Você está visualizando esta página em uma janela fora do site principal da Elayne Alves, onde a formatação não está correta, por gentileza clique aqui para ir para a página correta e conhecer o trabalho da personal Elayne Alves, lá você pode clicar no link artigos e visualizar essas mesmas notícias na íntegra.
Nesse espaço colocarei artigos pertinentes aos assuntos qualidade de vida, saúde e atividade física. Serão artigos próprios e também provenientes de veículos de comunicação de integridade inquestionável, usarei também o espaço para notícias locais, projetos que estou desenvolvendo e muito mais.
Na atualidade , devido a maior evolução da medicina e a ampliação das redes de comunicação, as pessoas felizmente enxergam o exercício não só como um caminho para a beleza física, mas principalmente, como uma porta para a saúde e longevidade .
O trabalho do Personal não deve ficar limitado a ênfase na aparência, pelo contrário , ele deve ficar em posição de destaque por ser alguém em quem o cliente poderá confiar seu corpo e vida para um trabalho de prevenção de doenças e resgate individual da própria saúde física e mental. E ele terá formação e competência para fazê-lo.
Ensinar o mecanismo do ganho ou perda de gordura e mudanças de hábito na vida cotidiana dos indivíduos são mais algumas das funções do Personal. Mesmo sendo avisados pelos médicos e pela mídia do perigo do excesso de peso e certos hábitos de vida e na dieta e que um bom programa de exercícios e boa alimentação podem reverter todo este processo, os consultórios parecem ainda estar abarrotados de pessoas sofrendo do mesmo mal do século, doenças desenvolvidas pela obesidade.
Diante de um quadro caótico onde os indivíduos parecem entender mas não como fazer e ainda a insegurança de onde buscar ajuda, surge a pessoa do Personal Trainer. Esta função especial do Educador Físico deve ser encarada com muita seriedade.
Trabalhar com um objetivo em mente é que faz com que o Personal Trainer (treinador) ajude tanta gente a viver mais e melhor, e ao mesmo tempo tome consciência de si mesmo.
Fonte: http://www.cdof.com.br/person2.htm
COMO AVALIAR UM INSTRUTOR OU PERSONAL TRAINER?
Fonte: Época
Publicidade
Será que todo profissional sabe o que está fazendo com seu corpo?
Quando a gente começa a praticar uma nova atividade física, nem sempre tem como saber logo de cara se o professor é bom. A gente pode perguntar pra um amigo que tenha conhecido o professor antes, mas será que o amigo entende de exercício? E, se a sua academia é daquelas em que o rodízio de profissionais é grande e a maioria é bastante jovem, como ter certeza de que o novo professor tem conhecimento suficiente para cuidar de você?
Sondei alguns profissionais de educação física do Rio de Janeiro e de São Paulo, e eles me deram algumas dicas do que a gente pode perguntar ao instrutor para checar se ele está atualizado.
Há aquela primeira abordagem básica, que vale para qualquer serviço profissional:
- Tem diploma?
- Onde estudou?
- Tem registro profissional no Conselho Regional de Educação Física (CREF)?
- Fez pós-graduação?
- Qual a experiência profissional?
- Qual a linha de trabalho?
- Está apto a trabalhar de acordo com os meus objetivos?
- Tem disponibilidade para me dedicar a devida atenção e se comunicar comigo inclusive fora do horário da atividade?
Você deve observar qual é o interesse do seu professor no trabalho que irá desenvolver com você. Quanta atenção ele lhe dá? Para o coordenador de musculação da academia Competition Roberto Calabrese, a proporção entre o número de professores e o de alunos numa academia interfere no grau de atenção que cada profissional é capaz de dar ao aluno. Um professor atencioso não só cumprimenta e pergunta como vai. Ele quer saber tudo que seu corpo possa dizer em matéria de respostas mecânicas e fisiológicas ao treinamento. O que ele faz a partir das informações que você fornece sobre sua saúde, suas limitações posturais, seus indicadores físicos e bioquímicos? Se o programa de exercícios que ele lhe passa não leva em consideração as suas características particulares, suas dores e seus prazeres, você não está sendo bem atendido.
Os interesses do profissional podem revelar muito sobre como ele pensa e como ele planeja os seus exercícios. Por exemplo, se ele quer treinar jogadores de futebol e pesquisa muito sobre o que há de mais atual em treinamento esportivo para o futebol, é possível que ele use esses conhecimentos no seu programa de exercícios. Mas, se você não joga nem pretende jogar futebol, será que essas técnicas são as melhores para você?
Segundo Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física, as verdades no campo da educação física costumam não ser absolutas. Elas valem dentro de uma determinada teoria, e cada profissional escolhe qual vai adotar. Uma estratégia que funcione para um atleta que queira quebrar um recorde não necessariamente será a melhor para a sua saúde.
Além disso, as certezas mudam à medida que a ciência avança. Muitas das verdades de 30 anos atrás hoje são balelas. Há três décadas, era praticamente proibido prescrever levantamento de pesos para idosos. Hoje, a musculação é considerada muito benéfica para a saúde na terceira idade.
Se o seu instrutor for um profissional que goste de estudar e esteja atualizado em sua área de interesse, ele saberá responder inúmeras perguntas que você venha a fazer sobre seu programa de exercícios. Em vez de recitar uma receita de bolo, ele poderá explicar por que prescreveu este e não aquele exercício. Ou por que você precisa de um determinado tipo de estímulo num determinado período e não em outro. Ou por que você não deve fazer o exercício que o colega ao lado está fazendo. E, se você insistir, talvez ele possa até mostrar as revistas científicas com os estudos que comprovam o que ele está dizendo. Aí, sim, você poderá confiar nele.
por Francine Lima
www.educacaofisica.com.br
Você passou semanas, meses, anos sem malhar? Isso
não é desculpa para deixar os exercícios de lado para sempre. Claro que
não dá para voltar no mesmo ritmo de antigamente, mas com alguns
ajustes, e seguindo as recomendações dos especialistas, é possível
retornar aos treinos logo, logo!por: Mariana ViktorDa próxima vez que bater aquela preguiça só de soletrar a palavra
m-a-l-h-a-r, pense duas vezes antes de sumir da academia por um tempo.
É que a fisiologia não perdoa: de acordo com o princípio da
reversibilidade, ao suspender a atividade física o corpo volta
gradativamente ao estado inicial de treinamento, explica Mauro
Guiselini, diretor do Instituto Runner (SP). Ou seja, a cada dia de
inatividade os ganhos de meses de treino vão se perdendo e será
necessário um período de readaptação para recuperar o condicionamento
anterior. E não é preciso muito tempo para sentir a diferença. "Depois
de duas semanas de afastamento já existe certa dificuldade em retomar o
pique de antes. Para se ter uma idéia, o condicionamento físico de
pessoas que ficam acamadas por 30 dias, por exemplo, volta ao estágio
em que se encontravam no início do treinamento", observa Mauro. As
perdas serão menores, claro, se durante o afastamento (da musculação,
da corrida, do spinning, da localizada ou de qualquer outra aula que
frequentava regularmente) você mantiver o corpo ativo - dançando,
caminhando ou subindo escadas em vez de usar o elevador. Portanto,
parar totalmente só em caso de extrema necessidade, ok? Confira o que
acontece com o corpo em pausas de duas semanas, um mês, seis meses e um
ano - e o que fazer para recuperar o tempo perdido sem se machucar.
Continue lendo:aqui.
Se você acha que tudo é muito complicado, que não tem tempo para fazer atividade física ou que os resultados são muito dificeis de se conquistar e está pensando se vale a pena investir em se programar para fazer exercícios, convido você a ler está reportagem, sobre uma pessoa que não enxergou problemas e simplesmente continuou a vida normalmente, conquistando os seus objetivos.
Entre no site:
http://www.brogui.com/2009/10/19/homem-vira-fisiculturista-apos-ficar-paraplegico/
O treinamento funcional virou febre nas academias do mundo todo e também é sensação no Brasil para quem quer perder peso, definir músculos e "desenferrujar" . A idéia do treino é que, diferentemente da musculação, que trabalha grupos musculares distintos em cada exercício, o objetivo do treinamento é trabalhar o corpo de forma global. "Para quem é atleta, o treino pode se basear em aperfeiçoar movimentos do esporte praticado, como golfe, basquete ou tênis, e além disso, trabalhar os movimentos funcionais do corpo, como abaixar e levantar". "Um executivo, que trabalha o dia inteiro sentado, por exemplo, faz um treino funcional onde ele potencializa a movimentação do quadril e das pernas", explica o preparador físico Edson Ramalho, do Studio Personal.
O treino é bastante variado, com movimentos bastante específicos que estimulam, além dos músculos, as funções cerebrais. Um agachamento sobre uma prancha de desequilíbrio trabalha o abdômen e a coluna e pode parecer aparentemente simples de se executar. "Sobre uma prancha, a pessoa não está somente preocupada com o agachamento em si, mas também estimula o cérebro para manter o equilíbrio", completa.
Resultados
Segundo Edson, o treino funcional apresenta resultados mais rápidos por conta das diversas áreas em que um mesmo exercício pode trabalhar ao mesmo tempo. "A variação é um fator que maximiza o treino, principalmente para quem tem mais de 30 anos. A musculação, por exemplo, é um exercício repetitivo e o corpo acaba se adaptando". Durante o treino, usa-se muito o sistema neuromotor (por exemplo, pernas e braços no mesmo exercício), gastando assim mais calorias do que no treino convencional. "Um treino funcional trabalha coordenação, equilíbrio, força e resistência", completa o personal.
"Um treino funcional trabalha coordenação, equilíbrio, força e resistência".
Aparelhos e acessórios
Agora que há certeza de que os resultados irão chegar, é hora de descobrir quais serão os aliados neste percurso. O crossover é o aparelho mais comum, que possui dois cabos flexíveis presos à hastes de ferro, e que possibilitam maior mobilidade do que os aparelhos de musculação convencionais. "Os aparelho funcionais não demandam uma sequência repetitiva de movimentos", afirma Edson.
Os acessórios permitem maior criatividade na hora de desenvolver o exercício. Há a medicine ball, o disco de equilíbrio, pranchas de desequilíbrio (lateral e frontal), hastes para pular e também escadinhas. Para visualizar como funciona a execução de um exercício funcional, Edson exemplifica: imagine um quadrado. Em um dos cantos, está uma bola de 5 kg. A pessoa deve agachar, pegar a bola e levantá-la em direção ao teto duas vezes. Depois, ela se vira e há uma plataforma onde ela deve fazer um salto lateral duas vezes. O exercício dura 1 minuto. "Saltos laterais são bem difíceis de serem feitos no dia a dia, e o treino funcional permite isso", completa.
Objetivos à vista
Se há uma busca por resultados específicos, o treino funcional é um forte aliado. A seguir, o preparador físico dá as dicas das formas mais eficazes de conquistar força e ganhar massa.
Músculos de aço: para ganhar força, o treino funcional oferece o powerlifting, que é a arrancada e levantamento típicos de corredores olímpicos.
Massa magra: Edson aconselha, primeiramente, buscar uma nutricionista para montar um cardápio rico em proteína e pobre em carboidrato. A seguir, é proposta uma sequencia de exercícios com maior carga e menor repetição, e um descanso maior entre os exercícios.
Subindo de nível
Quando os exercícios que envolvem bola e pranchas parecem não fazer mais o efeito de antes, é hora de subir de nível no treino funcional. E, para isso, é preciso fazer uma nova análise. Segundo Edson, é analisado o nível físico, a coordenação, postura, quantidade de gordura. "Também é avaliado se houve evolução nos exercícios neuromotores", completa.
Quem pode fazer
Não há restrições para o treinamento funcional. Segundo o preparador físico, também não há distinção entre o treino feminino e o masculino. "O que geralmente acontece é que as mulheres preferem dar mais ênfase a alguns grupos musculares, como o bumbum, enquanto os homens preferem trabalhar o tronco", explica.
Academia em casa
É possível levar o treino funcional para casa. Mas, como salienta Edson, é preciso ficar atento à respiração e a postura, para que os exercícios não prejudiquem ao invés de ajudar.
Fonte: http://msn.minhavida.com.br/conteudo/10451-Treino-funcional-deixa-corpo-tonificado-e-a-mente-em-equilibri
Quando se procura uma academia ou um personal trainning para orientação nos exercícios, geralmente as pessoas começam as atividades sem preocuparem-se com a avaliação física, ou seja, a maioria começa os exercícios com base em conhecimento popular que dita que quanto maior o esforço melhor o exercício, sem se importarem com as adaptações que o corpo enfrenta no decorrer dessa conduta.
Isso é um fato considerado normal para quem procura alcançar seus objetivos sem maiores preocupações com relação às informações à respeito do seu estado físico atual para que o profissional de Educação Física possa elaborar um plano de periodização a fim de se obter um melhor resultado. Com isso, muita gente acaba deixando para “depois” e na maioria das vezes “nunca” realiza a bateria de testes elaborados pelos profissionais da área com a finalidade de ter um melhor acompanhamento sobre o desempenho de seus treinos. Pensando nisso, esse artigo tem como objetivo indicar a importância da realização de testes indicadores de qual é o tipo de exercício a ser realizado, bem como sua freqüência e intensidade.
Normalmente, a avaliação física consiste em testes que vão oferecer um parâmetro de trabalho, que vai ter como base referências bibliográficas de acordo com a classificação de esforço exercido.
Os testes escolhidos são elaborados para se obter uma faixa de trabalho de acordo com a condição física de quem procura melhorar sua qualidade de vida por meio da atividade física, por isso, todos são de extrema importância para se saber como está o indivíduo quando o mesmo quer iniciar um programa de exercícios.
Geralmente os testes são: anotações das circunferências da musculatura geral, observação das dobras cutâneas ou a utilização da bioimpedância para se saber qual o “peso” das unidades; gorduras, músculos e água no organismo, observação de desvios posturais, aferir a pressão arterial, freqüência cardíaca de repouso, também realizar os cálculos das mesmas para se saber qual é a máxima, tomar nota da altura e peso total do corpo, em seguida realizar o teste de força localizada de membros superiores, inferiores e abdominal, relatar sobre a flexibilidade e por fim, o teste de esforço.
Toda essa bateria de testes é necessária e de muita importância para que cada um saiba como está o seu corpo de acordo com parâmetros observados na literatura, para se classificar a quantidade de esforço com relação a sua idade, sexo, força muscular localizada e condições cardíacas.
Todo protocolo deve ter suas referências bibliográficas para se observar o desempenho do indivíduo, pensando nisso, deixo abaixo as referências utilizadas por mim para ter como parâmetro a elaboração de treinos e observações feitas em meus alunos de acordo com a literatura.
O site www.saudeemovimento.com.br oferece uma observação facilitada sobre a interpretação dos testes que faço e muitas explicações de fácil entendimento para que o aluno possa entender a finalidade do que está sendo feito e o que vai ser proposto no seu treino, bem como muitas outras matérias sobre referências de classificação de testes para se analisar o seu desempenho físico.
Então, não se deixe enganar, antes de começar a fazer alguma atividade física procure um profissional graduado na área e facilite o trabalho de seu instrutor; peça à ele que realize a avaliação física para que o mesmo possa traçar planejamentos mais precisos, com a finalidade de seus objetivos serem alcançados com maior rapidez.
Bom treino!!!!!!!!!
Autora: Elayne Alves.
Atividade física melhora a memória, revela estudo feito pela Universidade Federal de São Paulo...
Praticar uma atividade física regular pode melhorar muito a qualidade de vida, mas os maiores benefícios só serão percebidos com o passar dos anos. Uma novidade interessante é que este hábito pode melhorar a capacidade de memória, algo que pode fazer uma grande diferença para um envelhecimento saudável. A relação entre atividade física e memória foi observada em um estudo brasileiro realizado pelo Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Durante cinco meses, 50 voluntários de 60 a 75 anos participaram de um programa de atividade física três vezes por semana, com exercícios em bicicleta ergométrica, e sessões de alongamento e flexibilidade. Todos tiveram uma melhora na capacidade cardiorespiratória e muscular, e diminuíram sintomas de depressão e ansiedade. "Foi observado ainda um aumento da capacidade de memória", afirma a educadora física Hanna Karen Antunes, responsável pelo estudo.
Segundo a pesquisadora, a atividade física ajuda a diminuir a viscosidade do sangue, o que contribui para aumentar o fluxo sangüíneo cerebral, melhorando as capacidades cognitivas, como a memória.
Tem-se observado que mantendo uma vida ativa, com atividades física e intelectual, além de convivência social, o idoso diminui o risco de demência, que tem como um dos sintomas a perda de memória. Estudar a relação entre memória e atividade física abre novas perspectivas nessa área. "Os resultados indicam que o exercício é uma alternativa não medicamentosa em se tratando de funções cognitivas", afirma Hanna.
Uma boa recomendação é adotar o hábito da atividade física desde a juventude. "Começar uma atividade física o quanto antes é uma boa maneira de evitar a perda de memória que pode acontecer no envelhecimento", alerta a pesquisadora.
Fonte: Bem estar.
Cientistas americanos sugerem que as dietas pobres em carboidratos e ricas em proteínas aumentam o risco de infartos e ataques cardíacos porque causam danos nas artérias.
Os pesquisadores do Beth Deaconess Medical Center, da Universidade de Harvard, testaram três dietas diferentes em camundongos e afirmam que a alimentação rica em peixes, carnes e queijo - como as dietas de Dr. Atkins e South Beach, por exemplo - causaram danos às artérias dos roedores.
Os animais foram divididos em três grupos: o primeiro recebeu uma dieta padrão, o segundo uma dieta ocidental rica em gordura e o terceiro recebeu uma dieta pobre em carboidratos e rica em proteínas.
Depois de 12 semanas, os cientistas analisaram os camundongos e identificaram que a dieta pobre em carboidratos não havia alterado os níveis de colesterol nos animais testados. A equipe identificou, no entanto, uma diferença significativa no impacto na arteriosclerose - formação de uma placa de gordura na parede arterial que pode levar a ataques cardíacos e infartos.
Segundo os resultados, publicados na edição mais recente da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, os camundongos que receberam a dieta pobre em carboidratos haviam ganhado menos peso, mas desenvolveram 15% a mais de arteriosclerose do que aqueles com a dieta padrão. O grupo que recebeu a dieta ocidental apresentou um aumento de 9% nos níveis de arteriosclerose.
Os pesquisadores não explicaram as razões para esse efeito negativo nas artérias, mas sugerem que as dietas pobres em carboidratos podem afetar o modo como as células da medula óssea limpam os depósitos de gordura das artérias.
As dietas ricas em proteínas e que reduzem ou cortam o consumo de carboidratos atraíram atenção e controvérsia depois de um aumento de adeptos desses regimes na década de 90.
Efeitos
Segundo o pesquisador Anthony Rosenzweig, principal autor do estudo, os resultados foram tão preocupantes que ele decidiu interromper a dieta pobre em carboidratos que estava seguindo.
"Nossa pesquisa sugere que, pelo menos em animais, essas dietas podem ter efeitos cardiovasculares adversos", disse.
"Tudo indica que uma dieta equilibrada, combinada com exercícios frequentes é provavelmente melhor para a maioria das pessoas", afirmou o pesquisador.
Joanne Murphy, da Stroke Association, também afirmou que uma alimentação equilibrada é a melhor recomendação.
"Sabemos que alimentos como a carne vermelha e produtos lácteos, ricos em proteínas, também contém altos níveis de gordura saturada que podem ficar armazenadas nas artérias", afirmou.
Murphy afirmou ainda que a pesquisa da Universidade de Harvard ainda está no estágio inicial e que ela gostaria de ver mais avanços no assunto.
Ellen Mason, da ONG British Heart Foundation, afirmou que é difícil aplicar os resultados em humanos, mas afirmou que as dietas ricas em proteínas "não são tão saudáveis quanto a alimentação equilibrada".
Fonte: Último Segundo IG.
É cada vez maior o número de adeptos do bike indoor para perder calorias e manter a forma com saúde. Conheça as principais diferenças entre RPM e Spinning. Faça a sua escolha e entre em forma neste verão!
Spinning
O Spinning é uma modalidade de bike indoor que se caracteriza pela simulação de pedaladas em diferentes tipos de terreno e pelo trabalho em vários níveis de freqüência cardíaca do aluno. O professor escolhe as músicas das aulas, que servem para passar emoção e ajudar o aluno a "sentir a estrada" em que se está pedalando.
"A filosofia do Spinning trabalha com o corpo e a mente. Ao escolher as músicas das aulas, o objetivo do professor é fazer com que o aluno viaje para outro local, para fora da sala de aula", explica a professora da academia Aerostep de Porto Alegre Sabrina Silveira Schirmer, que há quatro anos dá aula da modalidade. Ela acredita que o Spinning permite ao professor colocar em prática as lições adquiridas durante a faculdade e a vivência do ciclismo de rua.
Sem limite de idade
De acordo com Sassá, como é conhecida Sabrina, podem participar da mesma aula de Spinning um triatleta e uma senhora de 80 anos, já que o aluno não tem a obrigação de seguir o professor, como no RPM. Os praticantes da modalidade tem a liberdade para se adaptar ao seu ritmo. "A música é um norte para os praticantes de Spinning a batida lenta, por exemplo, simula uma subida", destaca Sassá.
Uma aula da modalidade dura cerca de 40 minutos, e pode-se perder entre 400 e 600 calorias. Dependendo da academia e do professor, também pode haver aulas especiais de até três horas de duração.
Segundo Sassá, o Spinning estimula várias pessoas a comprar uma bicicleta e a pedalar na rua. Ela mesma, após quatro meses dando aula, foi uma das que decidiu praticar ciclismo fora da academia. "Boa parcela dos alunos que não pedalava na rua, após começar a fazer Spinning, passou a andar de bicicleta nos finais de semana. Eu e mais 14 alunos já fizemos um passeio de três horas e meia", conta a professora. "Quem pratica bike indoor se apaixona e vai pedalar fora da academia", defende.
De acordo com Sabrina, as aulas de Spinning também podem ser utilizadas por triatletas, que precisam realizar um treino longo de ciclismo e não tem tempo de passar em casa para pegar a bicicleta. "Eu tive um aluno que treinava para o Iron Man", lembra.
Aos iniciantes, Sabrina recomenda a utilização de um monitor cardíaco, para ter um controle maior do trabalho durante a aula. Além disso, toalha, uma garrafinha com água e uma bermuda de ciclismo são os equipamentos indicados para quem optar por esta modalidade de bike indoor.
Para dar aulas de Spinning, é necessário ter formação completa em Educação Física e realizar o curso Orientation - Noções Básicas, realizado em um final de semana. Uma prova dissertativa é aplicada e, quem for aprovado, deve fazer outros dois cursos de aprimoramento escolhidos pelo futuro professor. Após esta segunda etapa, outra prova deve ser feita. Os que obtiverem sucesso recebem o "black card" e estão aptos a ministrar aulas de Spinning.
Exercitando o coração
O Spinning trabalha com cinco zonas de energia diferentes, dependendo da freqüência cardíaca. Confira abaixo:
1) Recuperação: 55% a 65% da freqüência cardíaca
2) Endurace: 65% a 75% da freqüência cardíaca (pedalada na estrada)
3) Resistência: 75% a 85% da freqüência cardíaca (simulação de subida)
4) Race Day: de 80% para cima da freqüência cardíaca (prova de contra-relógio)
5) Aula intervalada: diferentes intervalos de freqüência cardíaca intercalados
No túnel do tempo: de onde surgiu o RPM e o Spinning?
O Spinning foi criado em 1995 pelo sul-africano Johnny G. Ele estava se preparando para a prova de ciclismo Race Cross America quando sua mulher engravidou. Para acompanhar o momento que vivia sua esposa, ele montou um bike em sua garagem e chamou amigos para treinar com ele. Ele foi convidado a trabalhar em academias, fazendo com que o Spinning se espalhasse pelo mundo.
RPM
Já o RPM é um programa de ciclismo indoor que visa ao desenvolvimento da capacidade cardiovascular e pode gastar cerca de 800 calorias em uma única sessão. A grande diferença entre o RPM e outros programas de ciclismo indoor é o fato de as aulas serem testadas e estudadas em laboratório antes de sua aplicação.
Pode-se esperar um dos mais altos índices de gasto calórico nesta aula, além de uma rápida melhora na resistência geral e aumento na força muscular das pernas. Recomenda-se usar durante a prática do exercício uma bermuda confortável e ter uma caraminhola com água para repor a perda de sais minerais.
No RPM, as músicas que estão nas paradas de sucesso de todo o mundo e os melhores flash-backs são os maiores atrativos em sala de aula. Em uma aula pré-coreografada da Body Systems, o aluno pode perder até 800 calorias com esta modalidade de bike indoor, dependendo da intensidade com que o exercício for praticado.
"O RPM é um trabalho aeróbico de resistência cardiovascular para perder calorias", explica a professora da academia Aerostep de Porto Alegre Andréa Greco, há cinco anos professora de RPM. De acordo com ela, qualquer pessoa pode fazer a aula. "Quem está começando vai no seu ritmo", destaca. Para Andréa, o principal atrativo do RPM é o ritmo das músicas, que "segura o aluno com picos de estímulos em conjunto com as pedaladas".
Segundo a professora, em uma mesma aula podem participar pessoas que estão começando e alunos avançados. Isso se deve ao fato de a modalidade permitir trabalhar intensidades diferentes dependendo do nível do praticante.
Estudantes de Educação Física após o quarto semestre já podem fazer o curso para dar aulas de RPM. O treinamento é feito durante dois finais de semana. Na primeira etapa, o futuro professor recebe todas as instruções da aula prática e realiza provas. "Pedalamos quase todo o final de semana. Ficamos exaustos após as aulas", conta Andréa.
Quem é aprovado no primeiro módulo passa para a segunda semana de treinamento. É nesta etapa que os aprendizes apresentam de duas a três músicas para seus colegas e simulam uma aula de RPM como teste para conseguir a habilitação para ser professor.
Além disso, de três em três meses, os instrutores realizam workshops de orientação para as novas coreografias. Geralmente as academias promovem após estes mini-cursos as famosas aulas de lançamento. É essa a ocasião na qual os alunos entram em contato com o treino em que são apresentadas as músicas que vão agitar as aulas durante um trimestre.
Andréa, que dava aulas de ginástica antes de ser professora de RPM, afirma que teve um pouco de resistência com o método das aulas pré-coreografadas da Body Systems, mas com o tempo se adaptou. "A aula pronta facilita porque sabemos que ela foi testada. Isso nos passa uma confiança e nos dá a certeza de que não estamos prejudicando o aluno", salienta.
Entretanto, Andréa recomenda a seus alunos experimentar todo o tipo de exercício. "O meu objetivo é que as pessoas façam atividade física, não só para ficar saradas, mas para garantir saúde", conclui a professora.
A aula de RPM dura cerca de 45 minutos e é composta por sete músicas pré-estabelecidas pela Body Systems, que mudam de três em três meses.
Confira a seqüência:
Música 1 - Aquecimento. O aluno simula um passeio na bicicleta
Música 2 - Algumas subidas. Prepara para a próxima música
Música 3 - Simula a subida de uma lomba
Música 4 - Treina velocidade com algumas subidas
Música 5 - Música com subidas e descidas
Música 6 - Pedaladas que estabilizam a velocidade
Música 7 - É o pico da aula, com uma subida intensa
Música 8 - Música para estabilizar a freqüência cardíaca, seguida do alongamento.
Fonte: Portal da Educação Física.
As pesquisas comprovam: a atividade física torna as pessoas mais resistentes ás doenças. "Os exercícios moderados ou submáximos causam uma intensificação da função imune". A atividade física provoca o aumento do número de glóbulos brancos (leucócitos), responsáveis pela defesa do organismo contra bactérias e vírus. Consequentemente‚ é maior a produção de imunoglobulina, as enzimas protéicas que são os reais anticorpos de defesa. O Dr. Osmar de Oliveira, médico desportivo, explica: "quando a pessoa está com o preparo físico em dia e tem boa capacidade aeróbica, a taxa de imunoglobulina ‚ é normal. Isso evita a contaminação por várias doenças, pois aumenta a capacidade de defesa do organismo. A atividade física moderada melhora a qualidade das imunoglobulinas, ou seja, a pessoa aprimora as suas defesas. Além de aumentar a resistência á contaminação, quem faz exercícios regulares também consegue se recuperar com maior facilidade das doenças do que quem não faz". Estudos mostram que, aproximadamente 45 minutos de caminhada cinco vezes por semana, durante 15 semanas, são suficientes para reduzir a duração das infecções em 50%. O problema é que, o excesso de atividade pode reverter esses benefícios. "Quando os exercícios são exagerados, dimininui-se a imunização, possibilitando o surgimento de doenças".Quando a atividade é excessiva, há baixa proliferação de glóbulos brancos e redução de imunoglobulina. Nas pesquisas realizadas, foram avaliados atletas submetidos a treinamento intenso. Nos corredores de longa distância, por exemplo, os que mantinham uma média de treinamento de 97 km por semana, mostraram risco dobrado de contrair problemas respiratórios do que os que treinavam 32 Km no mesmo período. E os maratonistas que completaram a prova em quatro horas eram ainda mais vulneráveis às infecções do que aqueles que fizeram o mesmo trajeto em cinco horas. "No trabalho moderado, ou abaixo do limite máximo de resistência, o corpo se recupera da atividade em aproximadamente 30 minutos. Mas, em programas de treinamento muito rigorosos, podem ser necessários quatro dias para que a imunoglobulina volte a níveis normais". Por isso, atletas em supertreinamento apresentam processos infecciosos frequentes, como resfriados, gripes, gengivites, amidalites ou infecções de pele, entre outros.
Fonte: Cássia Santos.
Algumas pessoas podem comer montanhas de espagueti, sem ganhar um grama sequer. Outras, transformam qualquer pedacinho de chocolate ingerido, em alguns centimetros a mais, nos quadris. A diferença está no metabolismo, que é a soma de toda a energia necessária para o funcionamento do organismo. A taxa metabólica mede a velocidade com que uma pessoa gasta energia. Essa taxa pode variar de pessoa para pessoa, pelas mais diversas razões, que vão desde biotipo e predisposição genética até tipo de atividades desenvolvidas no dia-a-dia. Sem dúvida, a atividade física é uma das formas de alterar a taxa metabólica. Em primeiro lugar, porque durante o exercício físico essa taxa permanece temporariamente elevada. Depois, á medida em que a pessoa vai adquirindo condicionamento físico, há um aumento na taxa de metabolismo basal, ou seja, a energia gasta apenas para manter o corpo em funcionamento, mesmo dormindo. Isso significa uma queima extra de calorias, além daquelas gastas durante a atividade física. Em média, uma pessoa consome de 1 a 1,2 Kilocalorias por minutos com o metabolismo basal. Para se ter uma idéia, um gasto adicional de apenas 0,1 Kcal/min significa o consumo de 144 calorias a mais por dia - o equivalente a uma caminhada de quase 2,5 Km. Além disso quem está apto fisicamente é capaz de se exercitar por mais tempo em patamares de esforço mais elevados contribuindo para a queima de gordura. Já é sabido que, se o objetivo é perder peso, o ideal é praticar atividades aeróbicas de longa duração (acima de 20 minutos) com intensidade moderada (pelo menos 60% do esforço máximo). Mas se a pessoa conseguir manter a intensidade acima dos 70% de esforço, haverá uma queima adicional de calorias. Nao só porque estará gastando mais calorias por minuto, mas também porque a taxa metabólica , que cresce durante a atividade, continua elevada por algum tempo ainda, depois do exercício. E detalhe: quanto mais tempo durar a atividade física, maior será o tempo em que a taxa metabólica permanecerá elevada. Algumas pesquisas realizadas nos Estados Unidos mostram ainda, que praticar uma atividade física depois das refeições pode representar um incremento na queima de calorias. Mas, nesse caso, o esforço não deve ser muito intenso, para que os músculos não fiquem "competindo" com o sistema digestivo em busca de energia. A atividade moderada ajuda a digestão. Execercícios físicos são ainda aliados imprescindíveis para quem resolveu perder peso através de regime alimentar. Dietas hipocalóricas além de provocar perda de massa muscular, tendem a baixar o metabolismo basal, reduzindo a queima de calorias. A atividade física ajuda a manter o metabolismo nos patamares normais mesmo que a ingestão calórica seja menor. Também ajuda a preservar a massa muscular.
Fonte: Cássia Santos.
Tireóide: uma pequena glândula que pode trazer grandes problemas Você já ouviu falar na glândula tireóide? Se você nem sequer sabia da sua existência, é melhor ficar alerta: diversas doenças podem alterar seu funcionamento e afetar diretamente a saúde. A tireóide é uma pequena glândula, situada na região do pescoço, medindo aproximadamente cinco centímetros de comprimento e pesando em torno de 20g. Apesar de pequenina, ela é poderosa: sob o estímulo do TSH (um hormônio produzido pela hipófise, outra glândula "pequena notável" localizada no sistema nervoso central), a tireóide é a responsável pela produção dos hormônios reguladores do nosso metabolismo - o T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina) - ou seja, é ela que coloca a nossa máquina para funcionar! As doenças da tireóide são muito comuns, principalmente entre as mulheres, e podem provocar alterações no seu funcionamento, levando ao aumento (o hipertireoidismo), à diminuição (hipotireoidismo) ou, em alguns casos, à destruição e falência total da glândula. A deficiência na ingestão de alimentos ricos em iodo (presentes nos peixes, por exemplo), doenças auto-imunes (como a doença de Graves e a de Hashimoto), os nódulos benignos e malignos da tireóide são exemplos de situações que podem afetar esse órgão. Alguns sintomas podem sugerir a presença de alterações no funcionamento da tireóide: dificuldades para emagrecer, queda de cabelo, menstruações que atrasam com freqüência com aumento do fluxo e na duração do sangramento, infertilidade, cabelos e pele seca, unhas quebradiças, cansaço e sono excessivos podem ser indicativos do seu mau funcionamento. Por outro lado, a presença de tremores, fraqueza, diarréia, palpitações, ciclos menstruais mais curtos do que o habitual, nervosismo e aumento do apetite com perda de peso podem ser sinais de que a glândula está funcionando de forma exagerada. O diagnóstico é bem simples e rápido, feito através da dosagem dos hormônios tireoidianos e do TSH no sangue. Eventualmente, uma ultra-sonografia da glândula pode ser necessária. Devido ao grande número de mulheres que sofrem dessas alterações, está indicada a dosagem anual do TSH no sangue de mulheres acima dos 40 anos, mesmo sem apresentar sintomas. Uma vez identificado o problema, o tratamento é direcionado para causa. O hipotireoidismo é usualmente tratado com a reposição dos hormônios tireoidianos, às vezes por toda a vida. No hipertireoidismo são usados medicamentos para tentar frear esse funcionamento excessivo. Eventualmente, a retirada cirúrgica total da glândula ou de seus nódulos pode ser indicada. Em todos os casos, o acompanhamento médico é fundamental para controle do problema e ajuste das doses hormonais, quando necessário. Por isso, se você apresentar alguns dos sintomas mencionados acima procure ajuda do seu médico(a). É sempre melhor prevenir do que remediar!
Fonte: Correio do Contestado.
Muitos técnicos vem acrescentando o Pilates na rotina de treinos de seus atletas, das mais variadas modalidades e agora vem ganhando mais adeptos no circuito de triatletismo, onde aumenta a performance atlética, melhora a técnica e previne lesões.
Um dos benefícios do Pilates é reeducar o corpo para usar os músculos de forma mais eficiente e assim poupar energia.
Triatletas treinam muitas horas por semana, para cada modalidade: correr, nadar e pedalar. Se não usarem os músculos adequadamente, uma pequena fadiga inicial pode se transformar em algo maior.
Wes Hobson, ex-triatleta profissional e agora treinador, relata uma série de vantagens da utilização do Pilates, devido ao trabalho de fortalecimento do core. “Para muitos triatletas, a melhora do desempenho de corrida é uma questão de trabalho de fortalecimento do core, núcleo de estabilização”, diz ele. E acrescenta: “Eu sempre experimento e incorporo o Pilates nesse tipo de treinamento. Eu faço sessões privadas, duas vezes por semana e vejo enormes benefícios para este tipo de formação”.
Outros triatletas do circuito internacional, como Emma Snowsill, Matt Reed, Chris Legh, Craig Alexander e Amanda Lovato, são fãs do Pilates nesse treinamento, creditando ao método, a melhora da flexibilidade e consequente desempenho. Craig Alexander salienta a melhora impressionante na postura durante as provas, como benefício do Pilates: “Se você olhar para os atletas que lideram a corrida, eles são os poucos cuja postura não é de sofrimento até o final da corrida, pois têm força suficiente no core para sustentar seu organismo, mesmo em um completo estado de fadiga”.
Você não precisa ser um triatleta profissional para incorporar o Pilates em sua rotina. Seja qual for o seu ritmo por milha ou por cem na piscina, os benefícios do Pilates são infalíveis.
Mais força através do trabalho de estabilização do core: Uma das áreas mais esquecidas no treinamento de triatletas e que com o pilates ganha atenção especial é o núcleo, o core. Existem várias camadas de músculos abdominais, os quais são alvos dos exercícios de Pilates. Os músculos abdominais “retos” tem papel primordial na flexão da coluna. A próxima camada, os abdominais obliques, ajudam a rotacionar a coluna e na estabilização espinhal. A mais importante, a camada mais profunda, pertencem aos abdominais tranversos, que ajudam a sustentar a coluna vertebral e a pelve. Eles envolvem seu tronco como um espartilho e trabalham em conjunto com os músculos de seu assoalho pélvico para fornecer estabilidade à pelve e à coluna vertebral. Os exercícios de Pilates estão focados no fortalecimento de todas essas camadas, no intuito de dar maior força global através do seu núcleo.
Os músculos das nádegas são também muito importante na estabilização da pelve, especialmente para a corrida e a bicicleta. Existem vários músculos nas nádegas, com papéis diferentes. Os músculos maiores são os músculos máximos, responsáveis pela propulsão em marcha e na bicicleta. O músculo médio trabalhar para estabilizar a pelve e as pernas enquanto corremos e pedalamos.
Usando o corpo inteiro, o núcleo gera a força principal desde a arrancada da corrida, o impulso nos pedais até o movimento de “puxar a água”. Grande parte da energia do corpo para tanto, provém desta área. Ao transferir essa energia do núcleo para as extremidades, o atleta ganha mais força ao longo do curso. Muitos dos problemas da técnica de triatletismo podem ser melhoradas através do desenvolvimento mais uniforme do corpo, através da prática do Pilates. Por exemplo:
1) Ciclismo:
Movimento / balançar da pélvis na posição sentada
Rotação dos joelhos
Aumento da circulação através da parte superior do corpo
Correção da postura do pescoço
2) Corrida:
Movimentação dos pés e joelhos
Fortalecimento dos quadris contra queda e torção
Aumento da circulação na parte inferior das costas
Melhora o alongamento do tronco e consequente postura
3) Natação:
Sustentação das pernas
Fortalecimento lombar
Maior alongamento de braços e peitorais
No conjunto, a prática do Pilates proporciona: maior flexibilidade, amplitude de movimento e prevenção de lesões.
Fonte: Revista Pilates.
Receita envolve controle de peso, menos sal, exercícios e ácido fólico.
Se todos os fatores forem controlados, risco cai cerca de 80%.
A hipertensão arterial, conhecida como pressão alta, é uma das doenças crônicas mais comuns na sociedade. Se não evitada ou tratada adequadamente, pode levar a complicações importantes, como infartos do coração e insuficiência renal. Uma pesquisa publicada na revista "Journal of the American Medical Association" aponta que 6 fatores comportamentais podem ser responsáveis por 78% de diminuição na aparecimento da pressão alta para mulheres.
Os dados vêm de um estudo que acompanhou por mais de 14 anos um grupo com 80 mil mulheres de 27 a 44 anos de idade. Todas as participantes eram saudáveis quando entravam no estudo, o que permitiu a identificação das doenças à medida em que apareciam. O aparecimento da hipertensão depende de fatores de risco modificáveis e outros como raça, sexo, história familiar de hipertensão e uso de contraceptivos orais.
A lista de fatores modificáveis inclui índice de massa corporal, não seguir as recomendações dietéticas para evitar a hipertensão, uso frequente de analgésicos, sedentarismo, consumo excessivo de álcool e não consumir a quantidade recomendada de ácido fólico por dia. O fator mais importante dentre esses foi o Índice de Massa Corporal. O controle do peso responde pela metade dos casos de pressão alta na sociedade. Mulheres obesas, ou seja, com IMC acima de 25, têm 48% mais chance de ter hipertensão.
Os outros fatores respondem por aumentos menores do risco. Para cada fator evitado, menor o risco de se apresentar a hipertensão. Se todos os 6 fatores puderem ser controlados, o que acontecia com cerca de 0,3% do grupo estudado, o risco pode ser diminuído em 78%. Além de controlar o peso, as mulheres que desejam evitar a pressão alta devem:
- Evitar o uso de analgésicos frequentemente, ou seja, mais de uma vez por semana. Isso pode diminuir em 17% o risco.
- Seguir as recomendações de uma dieta saudável para o coração, com pouco sal, e consumir muitas frutas e vegetais pode cortar em 14% o risco.
- Fazer 30 minutos de exercícios vigorosos todos os dias pode evitar 14% dos casos de hipertensão.
- O consumo de mais de um drinque por dia é responsável por 10% do risco de pressão alta.
- Por último as mulheres devem consumir pelo menos 400 mg de ácido fólico todos os dias e diminuir seu risco em 4%.
Apesar de difícil, quanto mais fatores de risco forem controlados, menos casos de hipertensão. O estudo mostra que esses fatores dependem de decisão pessoal mas também podem influenciados por políticas públicas. A existência de áreas que favoreçam a prática de exercícios, legislação que controle o processamento de alimentos, como o uso de gorduras trans, por exemplo, podem ajudar. Isso aponta para uma combinação entre ações públicas e privadas. As doenças cardiovasculares consomem uma parte substancial dos recursos gastos em saúde e cortam anos de vida das pessoas. Cuide-se.
por Luis Fernando Correia.
A obesidade pode causar o diabetes tipo 2 (resistência à insulina), induzindo uma pane no sistema de defesa do corpo. E drogas antialérgicas podem prevenir e tratar a doença em indivíduos acima do peso, indica uma descoberta simultânea de quatro grupos de pesquisa.
Numa iniciativa conjunta, todos publicaram seus estudos ontem no site na revista "Nature Medicine", revelando o resultado de experimentos feito com camundongos.
No primeiro dos trabalhos, cientistas conseguiram reduzir tanto a obesidade quanto a taxa de diabetes tipo 2 em roedores tratados com cetotifeno e cromoglicato --dois antialérgicos usados para combater a asma. O teste, conduzido por pesquisadores da Escola Médica de Harvard, de Boston (EUA), deve ser repetido em macacos.
"A melhor coisa dessas drogas é que nós já sabemos que elas são seguras para pessoas", afirmou o biomédico Guo-Ping Shi, um dos autores da descoberta. "Resta saber se elas vão funcionar [contra diabetes]".
Não foi à toa que quatro iniciativas diferentes chegaram à mesma conclusão quase ao mesmo tempo. A existência de interação entre o sistema imune e o metabolismo já era conhecida e consta até de livros-texto de medicina. Aquilo que médicos acreditavam ser uma relação muito indireta e complexa, porém, é pintada nos novos estudos como uma interação extremamente próxima.
"Pelo visto, estamos vendo o surgimento de uma nova disciplina: o imunometabolismo", diz Diane Mathis, líder do outro estudo de Harvard.
Além de mostrar a eficácia de medicamentos comuns para prevenir e tratar o diabetes nas cobaias, a importância dos novos estudos é que eles detalham diversos processos moleculares em que a obesidade interage com o diabetes tipo 2.
Diferentemente do tipo 1, na qual o pâncreas é atacado pelo sistema imune, o diabetes tipo 2 ocorre quando células do corpo se tornam avessas à insulina, hormônio produzido no pâncreas usado para processar açúcar. Os estudos que saem agora mostram o lado imunológico do diabetes de tipo 2, que não era totalmente claro.
"É possível que a inflamação causada pelos macrófagos [tipo de glóbulo branco que combate organismos invasores] resulte em resistência à insulina", diz Steven Shoelson, endocrinologista que participou do estudo de Mathis. Inflamações leves, mas crônicas, no tecido adiposo de obesos, seriam então a bomba-relógio do diabetes tipo 2.
O estudo de Shi mostrou que, no tecido adiposo de camundongos obesos, células que atuam no processo de cicatrização parecem provocar inflamações e alergia.
Foi aí que apareceu a ideia de testar as drogas antialérgicas. Os animais que receberam as drogas e entraram numa dieta com exercícios tiveram uma melhora de quase 100%.
Fonte: Folha de São Paulo.
Paul D. Thompson, chefe de cardiologia do Hartford Hospital, em Connecticut (EUA), é internacionalmente conhecido por seus estudos na área de atividade física e saúde – além de casos de morte súbita em atletas competitivos. Ele é autor ainda do livro O Exercício e a Cardiologia do Esporte. Leia a seguir os principais trechos da entrevista.
A sociedade está enganada ao pensar que o esporte é uma atividade saudável e que prolonga a vida?
Thompson - Não, a sociedade não está errada ao pensar que exercício é sinônimo de saúde e que estende a vida. Isso funciona para a maioria das pessoas. Estudos comprovam que exercícios físicos ajudam a controlar os fatores de risco que provocam a doença arterial coronariana. Exercício é bom, em geral. O problema é que algumas pessoas, especialmente jovens atletas, têm anormalidades no coração que, nesse caso, podem causar a morte súbita. Então, para essas pessoas, exercícios provavelmente não ajudam – e, de fato, aumentam os riscos. Em outras palavras, exercícios ajudam a prevenir o depósito de gorduras nas artérias. Mas se você já tiver as artérias entupidas e continuar se exercitando, corre o risco de ter um ataque no coração ou simplesmente cair morto durante o exercício.
O que os praticantes precisam saber para não serem surpreendidos durante um exercício físico?
Thompson - Primeiro, eles precisam saber que o exercício físico não é a cura para todos os problemas. Eles não podem se exercitar e fumar, e também não podem se exercitar e continuar a ter um alto índice de colesterol. As pessoas têm que se cuidar em todos os aspectos. O segundo ponto é que as pessoas precisam conhecer seus limites. Se elas sentirem alguma coisa ou apresentarem sintomas durante a prática de esportes, precisam parar. Nesse caso, é importante que elas procurem um médico para avaliar o que está acontecendo. Muitos atletas que morreram subitamente durante a prática de exercícios apresentaram sintomas, que eles simplesmente ignoraram.
A intensidade do exercício pode ser um fator crucial para os problemas cardíacos?
Thompson - Obviamente, quanto mais intenso é o seu exercício, mais perigoso ele se torna, se você tem algum problema cardíaco.
Alguns exercícios podem ser mais perigosos para o coração do que outros?
Thompson - Não, eu diria que provavelmente a intensidade aplicada em um exercício é mais determinante para o risco do que o tipo de atividade.
Uma pessoa comum, que faz ginástica todos os dias, precisa entrar em pânico devido aos riscos?
Thompson - Não, as pessoas não precisam entrar em pânico. O que elas precisam fazer é procurar um médico que possa aconselhá-las sobre todos os fatores de risco. Se elas têm altos níveis de colesterol, elas podem se exercitar, mas precisam ser tratadas. Se elas possuem pressão arterial elevada, devem praticar atividades físicas, desde que a pressão alta seja controlada. Se elas fumam, é preciso parar de fumar.
O senhor acredita que os atletas profissionais devem ser submetidos a um eletrocardiograma antes das competições?
Thompson - Na Itália, é lei que todos os atletas sejam avaliados por uma série de exames que dão ou não a permissão para que eles entrem em competições. Mas o que acontece é que cerca de 10% dos atletas italianos precisam de testes adicionais, como um eletrocardiograma ou algo a mais. Então, há um gasto financeiro exorbitante para o sistema médico de saúde. Por isso, acredito que, se há a necessidade de que um atleta passe por exames específicos, isso não deve ser uma regra e obrigatória por uma lei do governo, mas sim precisa ser dito pelo médico. Nos últimos tempos, pelo menos nos Estados Unidos, nós estamos tentando dar às pessoas melhores condições no tratamento de saúde – mas também nos preocupamos com o custo disso.
Então uma pessoa normal também não precisa realizar um eletrocardiograma antes de praticar esportes?
Thompson - Isso depende de seu médico. Em algum momento da sua vida, provavelmente você terá de se submeter a um eletrocardiograma. Mas isso não deve acontecer só porque você é um atleta ou pratica esportes frequentemente. O especialista é quem vai dizer se você deve ou não fazê-lo.
Uma pessoa diagnosticada com problemas cardíacos deve abandonar os esportes para sempre?
Thompson - Pode acontecer, mas depende do tipo da doença cardíaca de que estamos falando. Isso é algo que precisa ser discutido com o médico. Existem alguns tipos de problemas cardíacos que exigem que a pessoa pare de praticar exercícios. E outros que permitem que as pessoas continuem a fazer atividades físicas. O mesmo vale para atletas: depende do caso.
O senhor já teve de dizer a algum atleta profissional que ele precisaria deixar o esporte?
Thompson - Sim, houve muitos esportistas com doenças cardíacas que passaram por meu consultório e tiveram de ouvir a notícia de que eles não poderiam mais continuar praticando. Essa é uma situação difícil para todos os lados, especialmente para os atletas.
Como uma pessoa leiga pode saber o momento de parar de praticar esportes? O corpo dá sinais?
Thompson - Não há como uma pessoa normal saber tanto sobre a medicina quanto eu, que fui para a faculdade, estudei medicina e tive experiências práticas de cardiologia esportiva por 30 anos. O que uma pessoa normal precisa fazer é saber prestar atenção no seu corpo: se ele apresentar novos sintomas ou sinais que merecem atenção, elas precisam procurar um médico que tem conhecimento sobre essas coisas.
Quais são os maiores erros que as pessoas cometem ao praticarem exercícios?
Thompson - Acredito que os maiores erros são cometidos por aquelas pessoas que, só por estarem em boa forma, acham que não correm riscos de ter uma doença cardíaca. Então elas não percebem que estão com problemas quando aparece algum tipo de sintoma, como queimação ou pressão no peito, e continuam a prática normalmente. Muitos pensam que problema cardíaco é sinônimo de dor no peito. O problema é que nem sempre é uma dor, também pode ser um desconforto.
Por que, em geral, a população ainda leva uma vida sedentária, apesar dos conhecidos benefícios do exercício?
É da natureza humana, está nos nossos genes. Há 5.000 ou 10.000 anos, se não tivéssemos a necessidade de buscar fontes alimentares e se pudéssemos descansar, nós descansaríamos. Faz parte da humanidade querer parar um pouco para guardar as energias, porque, quando você está repondo suas energias, não precisa comer tanto. Então, geneticamente estamos relacionados a pessoas que, no passado, se não tivessem que sair para colher ou caçar, estariam descansando, repondo energias. O que acontece é que, apesar de vivermos na era moderna, nossos genes ainda são muito velhos e estão relacionados com o passado.
Como reverter isso?
Thompson - Não sei a resposta. Imagino que mudar isso dependa de uma “engenharia social”. Ou seja, é importante mudar algumas estruturas da sociedade fazendo com que fique mais fácil para as pessoas se exercitarem. Em outras palavras, restringindo o número de carros nos centros urbanos e, assim, forçando as pessoas a caminharem mais.
Fonte:
Veja .
A atividade física, quando feita de maneira inadequada, pode trazer riscos à saúde? Correto. Então, o melhor a fazer é abraçar o sedentarismo? Não – respondem em uníssono os especialistas. Vejamos os números: em uma corrida, por exemplo, o risco de morte por ataque cardíaco é sete vezes maior; porém, homens em boa forma possuem 50% menos chances de sofrer ataque cardíaco do que os sedentários, segundo estudo publicado pelo Journal of the American Medical Association, em 1982. Os sedentários e os chamados atletas de fim de semana, na opinião dos médicos, precisam redobrar a atenção. “O problema dos atletas de fim de semana é que o corpo não está preparado para realizar uma determinada intensidade de trabalho. Assim, o exercício se torna um gatilho de um evento cardíaco, que pode ser a própria parada cardíaca e a morte súbita”, analisa o cardiologista Nabil Ghorayeb.
O fisiologista e médico do esporte Paulo Zogaib, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), acrescenta que os benefícios não são alcançados para aqueles que fazem exercícios somente de fim de semana. “A pessoa que faz exercício no sábado, por exemplo, deveria repetir a atividade na segunda-feira, para dar sequência no processo supercompensação”, explica. “Se ela não repetir o exercício, não dá sequência ao trabalho e não melhora a condição física”, fala o fisiologista.
Outro ponto levantado pelos especialistas são os exames e avaliações periódicas. “Consulta tem que ser feita por um médico e não por avaliador de academia”, sentencia Ghorayeb. “Quanto mais específica for a avaliação, mais seguro será o resultado para uma prescrição de atividade física”, orienta Marcio Marega, educador físico e fisioterapeuta Centro de Medicina Preventiva do Hospital Israelita Albert Einstein. Ele recomenda a consulta a educadores físicos a cada três meses para fazer uma reavaliação da atividade realizada. A visita ao médico, segundo educador físico, pode ocorrer a cada seis meses, para os sedentários, e um ano, para os mais ativos.
Fonte:
Veja .
A fome física, conhecida como fome fisiológica ou do estômago, é a que se refere à nossa necessidade de reabastecimento e que sustenta a vida. Entretanto, a fome emocional ou psicológica é a fome que não tem ligação com a sustentação da vida. É a que nos faz comer apesar de estarmos satisfeitos ou até passando mal. É esta fome que nos faz engordar.
A criança, desde o nascimento, estabelece um vínculo com a mãe através da amamentação. As primeiras sensações de ansiedade, consideradas desagradáveis, são experimentadas quando o bebê tem fome. O alívio da tensão só é conseguido quando a criança se alimenta. Com o crescimento, recebemos influências da família e da cultura que ajudarão a moldar um "estilo alimentar".
Para recuperar a capacidade de comer apenas quando estiver com fome, deve-se compreender que nem toda a fome é física. É preciso se acostumar a sentir fome, principalmente em horários pré-estabelecidos, como antes das refeições.
Ansiedade é vilã
Segundo alguns psicólogos, a fome exagerada pode se relacionar à falta de carinho, atenção, carência afetiva e até ansiedade. De acordo com a psicóloga Maria Inês Bittencourt, "a fome psicológica não é só fome de alimento. É também fome de algo que é representado por esse alimento. A pessoa quer se sentir amada, importante e, quando não consegue suprir esta carência de outras maneiras, entra nesse círculo de comer. Quanto mais come, mais se sente infeliz: porque é claro que a comida não preenche esse vazio".
Fonte:
Bolsa de Mulher.
Que o exercício físico melhora quase tudo na vida de qualquer pessoa de qualquer idade já é consenso internacional, mas a musculação ainda de vez em quando encontra algumas resistências calcadas em mitos antigos ligados à questão da pressão arterial. Quem anda desinformado se apressa em dizer que a musculação não é boa porque aumenta a pressão arterial e por isso não seria adequada aos hipertensos. Ledo engano. Todas as agências normativas da atividade física incluindo o Colégio Americano de Medicina Esportiva hoje recomendam a musculação até para grupos especiais onde se inclui os hipertensos.
Claro, como qualquer atividade física é preciso controlar as variáveis fisiológicas através da freqüência cardíaca e quando possível a pressão arterial, valores que fornecem uma terceira variável que é o duplo-produto dado bastante fidedigno que avalia o consumo de oxigênio do músculo cardíaco. A equação é o resultado da multiplicação da Pressão Arterial Sistólica (PAS) pela Freqüência Cardíaca (FC). Sabemos que cada exercício provoca uma reação diferente nessas variáveis dependendo da intensidade e duração. Nos exercícios aeróbios a resposta normal, tanto da PAS como a FC aumentam quase na mesma proporção o mesmo acontecendo na musculação em séries leves com muitas repetições. Entretanto, em séries pesadas com até 10 repetições, somente a PAS aumenta porque não há tempo hábil para uma resposta de aumento da FC se traduzindo em menores valores de duplo-produto contrariando o mito.
Por exemplo. Digamos que um sujeito esteja correndo numa esteira com uma velocidade próxima ao seu Limiar Anaeróbio. Sua PAS pode estar a 140 x 70 mmHg e sua FC a 170 bpm. O Duplo-Produto então será de 23800. O mesmo sujeito em outro dia pode estar “pegando pesado” com sua PAS chegando a 160 mmHg mas a FC ficará em torno de 110 bpm. O resultado será de 17600. Se sua série for ainda mais pesada sua repetição será menor e o tempo hábil para a FC aumentar será ainda menor. É importante frisar que esse supostamente “pesado” também não chegue a ser tão pesado a ponto de o indivíduo ter que bloquear a respiração tornando-se realmente perigoso. Nesse caso pode entrar ainda mais uma variável de controle da intensidade que é a Escala Subjetiva de Esforço. O peso está fraco, bom ou pesado? Essa avaliação deve ser acompanhada pelo profissional de Educação Física até que o aluno esteja treinado nessa avaliação. Portanto, teoricamente os exercícios de musculação com cargas de 60 a 80% de 1 RM com séries de até 10 repetições são mais seguros para o coração. Se desejamos diminuir o Duplo-produto e consequentemente o esforço cardíaco, ou executamos exercícios que diminuam a PAS ou a FC prescrevendo a intensidade adequada para cada modalidade de exercício.
Além disso, como medida de segurança o profissional dispõe de alguns artifícios na hora de prescrever determinados exercícios. A postura do corpo vertical ou horizontal interfere nas variáveis fisiológicas. Exemplo. Entre recomendar o supino reto sentado ou deitado é preferível deitado porque a resposta final do duplo-produto é menor e o resultado do exercício na musculatura é o mesmo. Praticamente todos os exercícios destinados aos grandes grupos musculares têm opções de execução em posicionamento menos agressivo ao sistema cardiovascular. Outro exemplo: o agachamento, um dos melhores exercícios para os membros inferiores pode ser substituído pelo leg-press em 45°. O tríceps pode ser feito o testa em decúbito dorsal e assim por diante.
Outra medida interessante é estimular o método alternado por segmento eliminando os tradicionais intervalos. Ou ainda trabalhar com os circuitos incluindo alguns minutos de atividade essencialmente aeróbia entre determinado número de exercícios principalmente a quem pertence a grupo especial como os hipertensos e/ou cardiopatas.
De qualquer forma, é uma tendência mundial programas de exercícios associando musculação com atividades aeróbias matando, como se diz no popular “dois coelhos com uma cajadada”. Poupa-se tempo executando exercícios seguros para o coração e se ganha força física. Esse assunto foi bem explorado no Simpósio de Medicina Esportiva realizado na UCP no mês passado em Petrópolis R.J. mostrando que quem trabalha dessa forma está no caminho certo.
Fonte: Copacabana Runners.
Nos últimos anos, as pesquisas médicas demonstram que boa parte da falta de saúde é causada pela inatividade física. Através da consciência e de mais informações à respeito de cuidados para com a saúde que inclue maior movimentação corporal, as pessoas estão mudando seus hábitos de vida. Sabemos que o único meio de prevenir os males da inatividade é permanecer ativo, não durante um mês mas durante toda a vida. Descobrimos que a saúde é, na maioria das vezes, um fator que podemos controlar e que podemos prevenir o surgimento de algumas doenças. Quando nascemos recebemos um corpo saudável e temos o dever de cuidar e zelar por este que é nosso abrigo. Verifique, a seguir, algumas vantagens que a atividade física proporciona:
- As pessoas ativas tem vida mais intensa, apresentam mais vigor, resistem mais as doenças e permanecem em forma. São mais autoconfiantes, menos deprimidas e estressadas.
- Uma pessoa ativa, tem tendência a ter o seu peso dentro da faixa normal e mantê-lo com mais facilidade e por mais tempo do que a sedentária.
- O ativo apresenta pressão arterial e freqüência cardíaca mais baixa do que o sedentário tanto em repouso quanto em atividade, desta forma, o ativo suporta por mais tempo o exercício enquanto o sedentário tem certas limitações cardiovasculares.
- A pessoa ativa tem maior VO2 (volume de oxigênio pulmonar) e suporta atividades de longa duração com mais facilidade.
- A atividade física melhora a postura e ajuda a combater maus hábitos como o fumo entre outros.
Na ausência de exercícios físicos diários, nossos corpos tornam-se depósitos de tensões acumuladas e, sem canais naturais de saída para essas tensões, nossos músculos tornam-se fracos e tensos. O ideal é praticar atividade física durante toda vida mas, independentemente disto, podemos recuperar uma existência mais saudável e gratificante em qualquer idade.
Fonte: Cyber Diet - Matéria por Valéria Alvin Igayara de Souza.
A rotina de prática de alguma atividade física é fundamental para garantir a qualidade de vida das mulheres que chegam à menopausa.
Esta fase da vida das mulheres é marcada por reações corporais, muitas delas nada agradáveis. Ondas de calor, alterações na pele e distúrbios emocionais, muitas vezes provocados pelas alterações hormonais, tendem a mexer com a saúde corporal e mental da mulher. Paralelo a isso, nesta época da vida costumam aumentar os casos de doenças cardíacas, osteoporose, neoplasias e depressão.
A medicina convencionou classificar o aumento do risco destas enfermidades como a Síndrome da Menopausa e para se iniciar o combate a estes sintomas, o ideal é que a mulher adote uma prática rotineira de alguma atividade física, como forma de fortalecer o sistema imunológico e aumentar a própria auto-estima, contribuindo para manter o organismo forte e saudável,aumentando inclusive a expectativa de vida.
Estudos comprovam que a mulher ativa na terceira idade apresenta uma melhoria no padrão de saúde, aprimorando a aptidão motora,reduzindo o risco do aparecimento de doenças,retardando a progressão e as complicações das doenças crônicas e criando as condições para o aparecimento de componentes psicológicos e afetivos mais favoráveis.
Durante a menopausa também ocorre a diminuição do hormônio chamado de estrogênio, afetando o metabolismo e alterando o processo da absorção óssea. Assim, a atividade física contribui para inibir o quadro negativo que leva ao surgimento da osteoporose.
Algumas práticas físicas recomendadas para a mulher combater os efeitos da menopausa são: a caminhada, a corrida, o ciclismo, a natação,a hidroginástica,o alongamento,yoga e o tai-chi-chuan.
Fonte: Bem Estar - Por Marco Cardoso.
Os números disparam qualquer coração saudável. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde e pela Sociedade de Cardiologia de São Paulo, 30% das mortes no Brasil são causadas por doenças cardiovasculares. Além disso, elas . “Em todos os países em desenvolvimento, as DCV (doenças cardiovasculares) vêm aumentando e as infecto-contagiosas diminuindo. É um reflexo do acesso à alimentação e redução de atividade física”, explica o cardiologista Otávio Gebara, autor do livro Coração de Mulher (Ed. Abril), junto com o cardiologista Raul Dias dos Santos.
No Brasil, um agravante: segundo o médico, em toda a America Latina impera o desconhecimento de fatores de risco, como o colesterol e a hipertensão, o que agrava o problema.
Cuidado
Parece que todo mundo sempre sabe quais são os grandes inimigos do coração. Mas será que você realmente conhece todos eles? Para as mulheres, a lista é grande. “Cigarro, colesterol alto, hipertensão, diabetes, sedentarismo, história na família de infarto precoce. Estresse e depressão ajudam a potencializar os fatores citados”, garante Raul Dias. O cardiologista Otávio Gebara cita outros dois pontos importantes que também oferecem certo risco para o coração: “A menopausa a partir dos 50 anos e o anticoncepcional”.
Mas como diminuir possíveis efeitos maléficos, já que não dá para jogar o anticoncepcional no lixo e evitar a menopausa? “Os anticoncepcionais aumentam o risco de trombose venosa nas pernas, mas esse risco só torna-se real em combinação com o tabaco e em mulheres mais velhas (35 anos ou mais)”, explica Otávio. Para esse caso, a solução não tem meio termo. “Anticoncepcional moderno só aumenta o risco em fumantes. Logo, mulher não deve fumar”, adverte Raul.
A extensa jornada de trabalho também contribui como fator negativo. Cuidar de você, do trabalho, da casa, dos filhos e da família gasta uma energia danada. E muitas vezes você acaba descuidando de pequenas coisas para ter tempo de fazer tudo isso. “Essa jornada de trabalho vem acompanhada de hábitos de vida pouco saudáveis, como alimentos inadequados, falta de exercício, estresse e tabagismo. Para amenizar, é preciso adquirir hábitos mais saudáveis: a parada para um breve relaxamento, exercícios”, alerta Gebara.
Homem x mulher
Os sintomas de doenças cardiovasculares podem se apresentar nas mulheres de forma diferente da que se apresenta para os homens. Como, por exemplo, o típico quadro de dor no peito. Ele é muito menos frequente entre as mulheres.
“Muitas vezes as mulheres que apresentam um infarto ou angina não se queixam de dor no peito e sim de cansaço, mal estar e falta de ar. Isso pode falsear o diagnóstico de um problema grave”, explica Raul. Tonturas e suor frio também são comuns como sinal de alerta. “Por isso que mulheres com fatores de risco devem estar mais atentas”, garante Otávio.
Dicas dos especialistas
Os cardiologistas Otávio Gebara e Raul Dias dos Santos separaram algumas dicas de ouro para você manter o coração novinho em folha!
- Alimente-se corretamente. Inclua em suas refeições verduras, frango, peixe, azeite de oliva, óleo de canola, pães e massas integrais, leite desnatado.
- Pratique algum exercício, mesmo que seja uma simples caminhada.
- Cigarro? Nem pensar! Largue logo esse mau hábito.
- Procure o médico para saber se você apresenta algum fator de risco (colesterol alto, diabetes, pressão alta) e siga as orientações sobre como controlá-lo.
- Evite ganhar peso demais na barriga. Se for preciso, faça mais exercícios e coma um pouco menos, principalmente se você já estiver na menopausa.
- Momentos de lazer e relaxamento são fundamentais. Tenha sempre um tempinho na sua agenda para fazer algo extremamente prazeroso para você.
- Coração cheio de amor tem menos problemas. Seja feliz!
Fonte: IgMulher.
Intensidade deve ser alta para acelerar o metabolismo e prolongar quebra de gordura.
Um novo estudo publicado na revista especializada Exercise and Sport Sciences desfez o mito de que a queima de calorias continuaria até 24 horas mesmo depois de realizar exercícios de intensidade leve e moderada.
O resultado coloca em xeque o hábito de que o indivíduo pode se exceder na dieta já que seu metabolismo está acelerado em razão das atividades. "Não é que o exercício não queima gordura, mas as pessoas pensam que têm licença para comer o que querem, depois da pratica de atividades, porque a queima prevalece", diz Edward Melanson, professor associado de medicina na Universidade de Colorado.
Para obter o benefício máximo, ou seja, se objetivo é criar uma elevada taxa metabólica, então a intensidade deve ser alta e vigorosa. "Se você está fora de forma e quer reverter este estado, é essencial fazer dieta e exercícios físicos regulares. Não há milagres. Se você não se sente bem em ir para uma academia, comece fazendo caminhadas, alongamentos ou contrate um personal trainer para acompanhar suas atividades", sugere a especialista do MinhaVida Valéria Alvim.
Fonte: Msn - Minha Vida.
Vegetarianos são 45% menos propensos a desenvolver câncer no sangue, revelou um estudo publicado nesta quarta-feira pela revista científica British Journal of Cancer. A pesquisa, conduzida pela Unidade de Epidemiologia do Cancer Research UK, da Universidade de Oxford, concluiu ainda que a abstinência de carne também reduz em 12% o risco de se ter qualquer tipo de câncer.
Para o estudo, parte de uma longa investigação internacional sobre a doença, cientistas acompanharam 61.566 homens e mulheres britânicas, divididos entre aqueles que comiam carne, os que comiam peixe mas não carne e os que não comiam nem peixe e nem carne. Após mais de 12 anos de pesquisas, 3.350 participantes desenvolveram câncer, sendo 68% (2.204) comedores de carne, 24% (800) vegetarianos e 9,5% (300) comedores apenas de peixe.
Os pesquisadores constataram ainda que, entre os que comiam carne, 180 tiveram algum tipo de câncer de sangue, como leucemia, mieloma múltiplo e linfoma não-Hodgkin. No grupo dos vegetarianos, esse número caiu para 49, enquanto que entre os adeptos do peixe, passou para 28. O risco de desenvolver câncer de estômago ou de bexiga também se mostrou significativamente menor entre os vegetarianos.
Naomi Allen, coautora do estudo, pede cautela com a interpretação dos resultados. "Precisamos saber qual aspecto de uma dieta vegetariana ou com peixes protege contra o câncer", disse a pesquisadora, segundo reportagem do jornal The Guardian. "É um maior consumo de fibras, maior consumo de frutas ou vegetais ou apenas a carne em si?" Para responder a essa pergunta, mais estudos ainda serão necessários.
Fonte: veja.com.br.
Segundo estudo do ProTeste, apesar de mais calórico, um pão francês é mais saudável e tem menos gorduras do que cinco biscoitos.
Segundo nutricionistas em parceria com a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor Pro Teste, trocar pão por biscoito água e sal ou cream cracker objetivando perder peso é um erro. Apesar de mais calórico, um pão francês (ou dois de forma) é mais saudável e engorda menos do que cinco biscoitos.
A nutricionista Gisele Magalhães explica que há outros fatores que contam para o ganho de peso - entre eles, a presença de fibras e gordura. “Além de benéfica para o funcionamento do intestino, as fibras diminuem absorção de gordura.”
No caso dos pães, há mais fibras e menos gordura do que nos biscoitos, embora o número de calorias seja maior. Outra vantagem dos pães: a sensação de saciedade é maior do que a sentida ao comer os biscoitos. A pesquisa da Pro Teste avaliou 15 marcas de biscoitos. Segundo a nutricionista da Pro Teste, Manuela Dias, cerca de seis biscoitos (30 gramas) água e sal pode ter 1,2 g de gordura trans e o cream cracker, 1,4 g.
A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo dessa gordura não seja maior que 2 g por dia. “É difícil evitar a gordura trans hoje”, diz ela. “E, se em apenas seis biscoitos consome-se mais da metade, o risco de ultrapassar os 2 gramas é muito alto.”
O estudo também revelou que a quantidade de sal ultrapassou em duas marcas na porção de 30 g ultrapassou o recomendado. A nutricionista da Pro Teste culpa a falta de regulamentação do setor alimentício para os altos índices de sal e gordura trans. “A legislação é muito permissiva e não estabelece limites.”
Fonte: abril.com.br.
Músculos mais fortes diminuem esforço do coração para bombear sangue. Para começar os exercícios, contudo, é bom consultar um médico.
Será que levantar peso é ruim para a pressão sanguínea? Sabe-se que exercícios aeróbicos regulares podem melhorar a circulação e reduzir a pressão do sangue. Porém, o que dizer da musculação?
Durante anos, pessoas com hipertensão foram alertadas a não praticar o esporte, pois os médicos temiam que picos de pressão sanguínea, provocados durante o levantamento de peso vigoroso, pudessem causar problemas perigosos e, no longo prazo, aumentar a pressão. No entanto, estudos não oferecem muitas evidências em relação a isso. Nos últimos anos, grandes pesquisas descobriram o contrário: a musculação reduz a pressão sanguínea, pois, com músculos mais fortes, exige-se menos do coração para as atividades do dia-a-dia.
Por exemplo, uma análise, publicada no periódico "Hypertension", observou 11 exames clínicos comparando 182 adultos praticantes de musculação várias vezes por semana e 138 não praticantes deste tipo de exercício. No geral, o estudo descobriu que a musculação diminuiu a pressão sanguínea sistólica (o maior número num exame de pressão) em até 2%, e a pressão diastólica em cerca de 4% - pequenos benefícios capazes de melhorar enormemente a saúde cardiovascular.
Outro relatório da American Heart Association, publicado na revista científica "Circulation", revelou que apenas duas ou três sessões de levantamento de peso por semana – com exercícios de flexões e pressões – eram suficientes para diminuir a pressão sanguínea.
A associação afirma que o treinamento de resistência pode também beneficiar pacientes cardíacos, mas recomenda uma consulta inicial com um médico, para orientação.
Portanto, o levantamento de peso pode diminuir a pressão sanguínea.
Fonte: Anahad OConnor do New York Times.
Um estudo preliminar feito no AME (Ambulatório Médico de Especialidades) de Interlagos, na zona sul de São Paulo, aponta uma relação entre apneia (parada repetida e temporária da respiração durante o sono) em homens e um maior risco de perda de massa óssea (osteopenia ou osteoporose).
O trabalho será apresentado no Congresso Europeu de Pneumologia, que será realizado em setembro na Áustria. Até agora, foram avaliados 36 pacientes. O estudo ainda está em andamento e deve avaliar mais 200 pessoas até o próximo ano.
Os pacientes fizeram exames como polissonografia e densitometria óssea e tiveram aferidos o peso, a altura e o índice de massa corpórea.
Segundo um dos coordenadores do estudo, Rafael Montenegro, foi possível estabelecer, por meio da comparação dos exames, uma relação direta entre a hipoxemia noturna (baixa oxigenação do sangue) causada pela apneia e a baixa densidade óssea do fêmur.
"Isso ocorreu mesmo depois de excluirmos todos os outros fatores de risco para a osteoporose, como doença obstrutiva crônica", diz Montenegro.
De acordo com ele, ainda não é possível dizer que a apneia seja um fator de risco para a osteoporose porque o número de pacientes investigados é pequeno. "Há uma relação relevante", afirma.
Montenegro, que é fisioterapeuta, diz ser comum o atendimento de homens com queixas de queda e de falta de equilíbrio, o que motivou a equipe a pesquisar as razões disso.
Fonte: Folha Online.
Revitalize seu corpo com a prática de exercícios físicos
Assim você evita escorregões e ainda reforça o seu sistema imunológico.
Engana-se quem pensa que freqüentar a academia seja coisa somente para jovens. A cada dia surgem mais e mais pesquisas reforçando o leque de benefícios da atividade física na terceira idade.
Uma simples caminhada já faz grande diferença, podendo ajudar a superar pequenos desafios cotidianos como levantar-se de uma cadeira.
Atividades de rotina, como dedicar-se à jardinagem ou uma tranqüila ida à feira também dão sua parcela de contribuição. Os cientistas já constataram que a atividade física também melhora o sistema imunológico, aumenta a força e a resistência.
Uma rotina mais movimentada também é essencial para manter a cabeça em forma, evitando os esquecimentos e as confusões tão comuns com o passar do tempo. Um estudo americano comparou dois grupos de idosos, um de sedentários e o outro que se exercitava regularmente. Ao final de três meses a turma que se exercitou teve um aumento na capacidade de resolver várias tarefas e uma melhora na concentração.
Para tirar todo o proveito da malhação vale investir, ainda, na musculação, que aumenta a força muscular, e nos alongamentos. Isso pode ajudar a combater o declínio do vigor que chega a 30% entre os 50 e 70 anos. Nas mulheres, principalmente, as práticas que desafiam a gravidade são ainda mais importantes: isso porque, com as mudanças hormonais iniciadas na menopausa, elas sofrem um grande desgaste ósseo que pode levar à osteoporose.
Fonte: Dr. Felippo Pedrinola,Endocrinologista.
Na guerra contra os quilos extras, pouca gente sabe que o impacto no espelho é o de menos. Atualmente, pesquisas e mais pesquisas não cessam de apontar a obesidade como o gatilho de uma série de males que, aparentemente, nada tem a ver com o peso. Aí estão incluídos o diabetes, o colesterol alto e a hipertensão. Esse pacote de doenças foi batizado de síndrome metabólica, um perigoso conjunto de problemas que dispara o risco de problemas mais sérios, como um infarto. Tudo porque a gordura, principalmente a depositada na região do abdômen, ao ser quebrada para manter o metabolismo corporal, promove uma série de reações que perturbam o trabalho do fígado. Como resultado, esse órgão despeja ainda mais gorduras na corrente sangüínea, aumentando o risco dos temidos entupimentos que estão por trás de infartos e derrames.
Além disso, o excesso de lipídios em circulação também prejudica a entrada de glicose nas células,levando a um quadro chamado resistência à insulina. A longo prazo, isso pode detonar o diabetes. Não à toa, atualmente todos os médicos recebem os pacientes para consultas de rotina com uma fita métrica em mãos. O diâmetro da cintura preocupa mais do que o peso ou o IMC , enfatiza o endocrinologista Henrique Suplicy, presidente da Abeso (Associação Brasileira para Estudos da Obesidade e da Síndrome Metabólica).
Os órgãos sobrecarregados aumentam a freqüência cardíaca e elevam a pressão arterial. Como se tudo isso fosse pouco, o excesso de gordura também aumenta os níveis de insulina e de estrogênio, um hormônio que acelera a reprodução celular. E isso pode ser o estopim de vários tumores. Por tudo isso, atualmente, a obesidade está sendo chamada de a doença das doenças , diz o endocrinologista Daniel Lerario, de São Paulo.
Sabe-se que os genes também estão por trás da síndrome, mas os hábitos de vida fazem toda a diferença. Por isso, se você não tem uma genética favorável, é preciso investir numa dieta balanceada e em uma rotina de exercícios para evitar a subida dos ponteiros e dos problemas.
Você tem síndrome metabólica?
A resposta é positiva se assinalar pelo menos três destes fatores:
Diâmetro da cintura:
Acima de 102 para homens
Acima de 88 para mulheres
Triglicérides acima de 150 mg/dl
HDL
Abaixo de 40 mg/dl nos homens
Abaixo de 50mg/dl nas mulheres
Pressão arterial
Acima de 130x85
Glicose sangüínea
Acima de 110 mg/dl (miligramas por decilitro)
Fonte: I Diretriz Brasileira de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Metabólica (I-DBSM), 2005.
Essa foi a conclusão de uma equipe do Departamento de Cirurgia Ortopédica da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, depois de examinar 20 artigos científicos sobre o assunto. Baseada nessa análise minuciosa, a recomendação dos pesquisadores é simples: fazer exercícios localizados de duas a três vezes por semana é o suficiente para dar um basta às crises dolorosas, que, sem exageros, lotam os consultórios médicos — elas só perdem para as dores de cabeça, que estão em primeiro lugar nesse ranking inglório.
“Esse tipo de exercício reforça músculos do abdômen e das costas que funcionam como suporte para a coluna”, explica o ortopedista Ricardo Cury, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Alongar-se também é importante. Isso porque trata-se de uma maneira de promover o estiramento das fibras musculares, aumentando a sua flexibilidade.
Com isso em vista, preparamos uma série especial que engloba abdominais e alongamentos para prevenir essa baita amolação. E o melhor: dá para realizála em casa. Faça os movimentos no seu ritmo e, se sentir qualquer incômodo, pare imediatamente e procure um especialista. “Quem já está com dor ou tem algum problema de coluna deve consultar o médico antes de iniciar qualquer atividade física”, aconselha o ortopedista Flavio Murachovsky, do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista. “Mas o ideal é que todos aprendam a fazer os exercícios com a orientação de um profissional, que também pode sugerir outros movimentos”, acrescenta a fisioterapeuta Aline Almeida Centini, do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Se eles forem feitos da maneira errada, podem até mesmo piorar o quadro.”
Fonte:
Saúde Abril.
Atividades ajudam na recuperação das estruturas danificadas
Os benefícios das atividades físicas são enormes e, dentre eles, está a melhora na qualidade de vida depois de um acidente vascular cerebral. Um planejamento motor associado a exercícios físicos melhora a plasticidade cerebral, que é a capacidade de reorganização de estruturas danificadas. Em geral, esses danos são causados por lesões entre as quais, o AVC (acidente vascular cerebral).
Pesquisa realizada recentemente pelo Laboratório de Neuroimagem da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) analisou os efeitos que os exercícios físicos podem causar no sistema nervoso central. O estudo revelou resultados sobre as alterações estruturais que ocorrem em uma das áreas mais complexas do corpo humano pela prática de atividade física e justificaria a prática de esportes na reabilitação de pacientes portadores de doenças neurodegenerativas Mal de Alzheimer ou Mal de Parkinson.
Para a coordenadora do departamento de fisioterapia do Hiléa, centro de vivência para a maturidade, Ângela Bushatsky, a velhice não é homogênea, e os programas preventivos de atividades físicas devem ser desenvolvidos individualmente de acordo com as necessidades de cada paciente. "Existem pessoas na mesma faixa etária com características e necessidades diferentes: físicas, emocionais e com histórias de vida diferentes. Pessoas na mesma faixa etária apresentam histórias de vida, características físicas e necessidades emocionais totalmente diferentes. Não dá para generalizar. É fundamental a participação de uma equipe multidisciplinar nesse processo", conta Ângela Bushatsky.
Fonte:
Minha Vida.
Muita gente já saiu correndo por aí em nome da boa forma, do coração, de uma vida menos estressante e até mesmo do controle do estresse. O que ninguém desconfiava é que os frequentadores das pistas de cooper, dos parques e de calçadões gozariam não apenas dos consagrados benefícios cardiorrespiratórios e psicoemocionais do exercício. Eles teriam um bônus — e, no caso, todos os créditos iriam para os olhos. É o que dá para ver com nitidez graças a duas pesquisas recém-publicadas na revista americana Investigative Ophthalmology and Visual Science.
Os estudos acompanharam quase 30 mil atletas durante mais de sete anos e fornecem evidências de que a prática regular de corrida reduz o perigo tanto de catarata quanto de degeneração macular, as duas principais causas de cegueira no mundo. O coordenador dos trabalhos, o epidemiologista Paul Willians, do Lawrence Berkeley National Laboratory, vai além. Ele sugere que seria uma boa medida para os corredores incluir etapas mais vigorosas nos treinos — se estiverem bem condicionados, é claro. Isso porque pessoas que exigem mais dos pulmões e do coração obtêm ainda mais ganhos em termos de acuidade visual.
Na pesquisa que focou o impacto do esporte sobre a catarata, homens que corriam 64 quilômetros por semana — ou 9 por dia — apresentaram um risco 35% menor de ter a doença do que os que corriam só 16 quilômetros por semana ou pouco mais de 2 quilômetros diários. A investigação também concluiu que aqueles com melhor aptidão cardiorrespiratória tiveram risco significativamente menor de ter catarata.
No outro trabalho, o pesquisador comparou três grupos de corredores, conforme o percurso que perfaziam todo dia: até 2 quilômetros, de 2 a 4 quilômetros e mais de 4 quilômetros. Os que corriam mais apresentaram um risco de degeneração macular até 54% menor do que os que corriam menos. Já os que corriam na faixa de distância intermediária mostraram 19% menos probabilidade de desenvolver a doença.
O oftalmologista Nilton Kara José, professor da Universidade de São Paulo e da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista, aprova a notícia dos trabalhos californianos. Para ele, o recado é claro. “Não podemos abrir mão de nossa natureza: somos animais caçadores e temos um organismo feito para se manter em movimento”, diz ele. “Por isso é razoável imaginar que a corrida faça bem para o nosso corpo todo, incluindo os olhos.”
O oftalmologista Marinho Jorge Sacarpi, chefe do Centro de Oftalmologia Esportiva do Instituto da Visão da Universidade Federal de São Paulo, dá mais uma explicação para os benefícios da corrida: “O sedentarismo contribui para doenças como diabete e hipertensão, que provocam catarata e degeneração macular”.
Essas doenças fragilizam os vasos e podem causar micro-hemorragias no fundo dos olhos, que liberam toxinas e prejudicam o fornecimento de nutrientes para as células do globo ocular. Na catarata, esses estragos se traduzem na opacidade do cristalino, uma das lentes dos olhos. Já na degeneração macular, células da retina que transmitiriam as informações de imagem para o cérebro morrem de uma espécie de inanição, já que o sangue com nutrientes deixa de circular a contento por ali.
As pesquisas americanas ainda precisam detalhar o mecanismo protetor da corrida. Enquanto isso, segundo os oftalmologistas, ninguém precisa encarar uma maratona por semana para enxergar mais. Até porque não são tantas pessoas que conseguem alcançar esse nível de desempenho. “E mesmo os atletas que cumprem 64 quilômetros semanalmente não suportam esse ritmo durante toda a vida”, tranquiliza Marcos Paulo Reis, professor de educação física, ex-técnico da nossa seleção olímpica de triatlo e autor do livro Programa de Caminhada e Corrida, lançado por SAÚDE!. O conselho desse expert aos candidatos a atletas com olho de lince é procurar um médico e um preparador físico. E aí tirar o pó dos tênis.
Fonte:
Saúde Abril.
As atividades físicas promovem diversos benefícios para os portadores de necessidades especiais, incluindo sua inclusão social e evolução.
Praticar esporte é uma forma que os portadores de deficiência dispõe para redescobrir a vida de uma forma ampla e global. Previne as enfermidades secundárias à deficiência e ainda promove a integração social, levando o indivíduo a descobrir que é possível, apesar das limitações físicas, ter uma vida normal e saudável.
Abraçar uma atividade física pode transformar o dia-a-dia de um atleta especial e ainda fazer bem para a saúde do corpo e da mente.
Movimentar-se é a palavra de ordem. Não importa se o atleta tem como objetivo jogar profissionalmente ou de forma amadora. O importante é procurar uma modalidade esportiva que se adeque as condições e limites.
Benefícios físicos e psíquicos
Praticar atividade física tanto por competitividade quanto por diversão pode trazer ao indivíduo benefícios físicos e psicológicos.
São eles:
Físicos:
Agilidade, equilíbrio, força muscular, coordenação motora, resistência física, melhora das condições organo-funcional (aparelhos circulatório, respiratório, digestório, reprodutor e excretor), velocidade, ritmo, possibilidade de acesso à prática do esporte como lazer, reabilitação e competição, prevenção de deficiências secundárias, promoção e encorajamento do movimento, desenvolvimento de habilidades motoras e funcionais para melhor realização das atividades de vida diária, entre outros.
Psíquica:
melhora da auto-estima, aumenta a integração social, redução da agressividade, estímulo à independência e autonomia, experiência com as possibilidades, potencialidades e limitações, vivência de situações de sucesso e de frustração, motivação para atividades futuras, desenvolvimento da capacidade de resolução de problemas, entre outros.
É imprescindível respeitar as limitações, adequando modalidades e objetivos pessoais. É preciso haver acompanhamento e muita atenção na hora de executar um movimento. É necessário respeitar todas as normas de segurança, evitando novos acidentes e o mais importante, estimular sempre o desenvolvimento da potencialidade individual.
Fonte:
Minha Vida.
Que atividades físicas são benéficas para a saúde, muita gente sabe. O exercício proporciona equilíbrio psíquico e prevenção de doenças. Porém, algumas escolas vêm trazendo propostas de mudanças nos currículos escolares de forma a substituir a atividade física pelo conteúdo em sala de aula. A ciência, por sua vez, realizou um estudo publicado recentemente pela revista Neuroscience mostrando que a atividade física escolar influencia significativamente no rendimento dos alunos em durante as aulas.
Inicialmente, foram feitos testes cognitivos em crianças de 9 anos de idade com enfoque em testar a capacidade de atenção dos alunos após 20 minutos de descanso. Em outro dia, as mesmas crianças passaram por estes testes após 20 minutos de caminhada na esteira. Os resultados foram satisfatórios para a atividade física. O desempenho cognitivo das crianças e as medidas neurofisiológicas da capacidade de atenção (potencial evocado P3) foram melhores após os exercícios.
Foram realizados também testes com enfoque no conteúdo aprendido em sala de aula, especialmente em matemática, escrita e interpretação de texto. Novamente, o resultado foi melhor após a prática de atividade física.
De acordo com os estudos feitos, os resultados poderiam ser ainda melhores caso a atividade física fosse mais motivadora para as crianças que caminhar na esteira. De acordo com Darla Castelli, umas das pesquisadoras do estudo, 150 minutos de atividade física durante a semana é o recomendado para estudantes do ensino fundamental e 225 minutos para estudantes do ensino médio.
Dr. Ricardo Teixeira, Doutor em Neurologia pela Unicamp, evidencia que "uma das explicações para o melhor desempenho cognitivo de forma aguda, que é o caso da metodologia utilizada no presente estudo, seria a ativação de circuitos cerebrais responsáveis pelo estado de vigília e, consequentemente, melhora de nossa atenção."
Além de todos os benefícios que a atividade física proporciona, estimula também a competitividade, de forma que o futuro das crianças não será tão imprevisível para elas quando saírem da escola. É uma forma de adentrarem o mundo competitivo com toda a proteção existente em uma escola.
Fonte:
Minha Vida.
A diminuição da taxa de natalidade e o avanço nos serviços de saúde têm levado ao aumento da população idosa no Brasil e, com isso, novas preocupações e questionamentos tem sido feitos acerca das possibilidades para o envelhecimento saudável. É indiscutível que adquirir hábitos salutares, como uma dieta adequada e a prática de exercícios físicos, traz inúmeros benefícios.
Mas, todos os idosos podem realizá-los? E quais são os exercícios mais indicados?
A resposta para essas questões é positiva, ou seja, todos os indivíduos com idade avançada devem praticar a modalidade de exercício físico que melhor se adapte a sua condição física e a sua preferência pessoal.
Vale ressaltar que dentre as vantagens obtidas estão às melhoras da força muscular, do equilíbrio, da flexibilidade, da resistência aeróbica e da composição corpórea, que interferirão positivamente na realização das atividades diárias do idoso. Além disso, o exercício físico é um grande instrumento que pode ser utilizado na manutenção e na melhora da memória, já que pela repetição e dificuldade na realização dos movimentos exigidos, trabalha-se a concentração, a atenção, o raciocínio e o aprendizado motor.
Tem-se observado que os idosos ativos melhoram a sua capacidade cognitiva, porém são poucos os profissionais da saúde que utilizam o exercício físico como um mecanismo de melhoria na memória do idoso. Cabe lembrar que pela prática regular e sistemática do exercício físico, o organismo libera maior concentração de hormônios da hipófise anterior (beta-adrenérgicos), que proporcionam a sensação de prazer e de bem-estar, diminuindo e prevenindo condições depressivas.
Outro aspecto relevante é que, com o envelhecimento, é muito comum que a rede social diminua devido à aposentadoria, ao isolamento social e à perda de amigos e de familiares. Essa condição atualmente é vista como um fator agravante das condições de saúde, pois aumenta o sedentarismo e facilita as doenças emocionais, como a depressão. Participar de grupos de atividade física contribui para o aumento da rede social e do autocuidado, o que permite ao idoso uma nova visão do processo do envelhecimento. A relação entre a imunologia e o exercício físico também é importante.
Com o passar do tempo o sistema imunológico declina, facilitando o surgimento de algumas infecções e da presença do estado pré-inflamatório , devido ao aumento da proteína C reativa e da interleucina.
Idosos praticantes de exercícios físicos apresentam menor incidência de infecções respiratórias e urinárias e, ainda, apresentam uma recuperação mais rápida quando acometidos por alguma afecção.
Além de todos esses benefícios ocorre um efeito interessante na economia. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), para cada dólar empregado em programas de atividades físicas para idosos, há uma economia de 4,5 dólares em serviços de saúde. Com tudo isso, cabe aos profissionais da área incrementar os núcleos de prática de exercício físico para os idosos e divulgar todos os benefícios relacionados a essa atividade. Dessa forma, a população idosa será mais ativa e saudável.
Fonte:
Minha Vida.
O nome Personal Trainer já existe há algum tempo ligado a personalidades ricas e famosas.
Quem já tem seu "personal", ou professor particular, não quer mais saber das aulas padronizadas.
O serviço deste Educador Físico particular veio abrir caminho para um novo mercado de trabalho que faltava na área da saúde, apesar de ser para algumas pessoas um trabalho direcionado apenas para aqueles compulsivos por saúde!!
Uma mentira, e vamos saber a razão!!!
Na atualidade, devido a maior evolução da medicina e a ampliação das redes de comunicação, as pessoas felizmente enxergam o exercício não só como um
caminho para a beleza física, mas principalmente, como uma porta para a saúde e longevidade.
O trabalho do Personal não deve ficar limitado a ênfase na aparência, pelo contrário , ele deve ficar em posição de destaque por ser alguém em quem o cliente poderá confiar seu corpo e vida para um trabalho de prevenção de doenças e resgate individual da própria saúde física e mental. E ele terá formação e competência para fazê-lo.
Mesmo sabendo, que praticando exercícios físicos e fazendo uso de uma dieta adequada, o exercício ainda parece algo crítico para o indivíduo.
Ensinar o mecanismo do ganho ou perda de gordura e mudanças de hábito na vida cotidiana dos indivíduos são mais algumas das funções do Personal Training.
Mesmo sendo avisados pelos médicos e pela mídia do perigo do excesso de peso e certos hábitos de vida e na dieta e que um bom programa de exercícios e boa alimentação podem reverter todo este processo, os consultórios parecem ainda estar abarrotados de pessoas sofrendo do mesmo mal do século, doenças desenvolvidas pela obesidade.
Diante de um quadro caótico onde os indivíduos parecem entender mas não como fazer e ainda a insegurança de onde buscar ajuda, surge a pessoa do Personal Trainer.
Esta função especial do Educador Físico deve ser encarada com muita seriedade.
Os principais diferenciais na contratação desse profissional são:
a) O atendimento e acompanhamento individualizado.
b) Maior atenção na supervisão e correção dos exercícios.
c) Possibilidade de variação de modalidades e atividades de exercícios.
d) Comodidade na escolha e variações de locais para execução das aulas.
e) Escolha de horários compatíveis com a disponibilidade e rotina diária do
Cliente.
f) Elaboração de programas com objetividade e eficiência, atendendo às expectativas do cliente e sua individualidade biológica.
g) Maior motivação causada pela presença do Personal para os dias de indisposição e falta de vontade para exercitar-se.
Portanto anime-se!
Fonte:
Site Médico.
Cérebro: Proporciona sensação de bem estar. Melhora a auto-estima. Reduz sintomas depressivos e ansiosos.Melhora o controle do apetite.Como funciona: A atividade física estimula a liberação de substâncias que "melhoram" o funcionamento do sistema nervoso central.
Nariz e Garganta: Reduz a ocorrências de gripes, resfriados e infecções respiratórias em geral.Como funciona: A atividade física estimula a produção de alguns aminoácidos (componentes das proteínas) que melhoram a ação protetora do sistema imunológico.
Pulmões:Melhora a capacidade pulmonar. Aumenta a capacidade de consumo de oxigênio.Como funciona: A atividade física aumenta a rede de pequenos vasos que irrigam os alvéolos pulmonares (estruturas de troca de gases), melhorando o aproveitamento de oxigênio pelo pulmão. Desse modo, a respiração fica mais eficiente.
Coração: Melhora o funcionamento do coração (para um mesmo esforço, o trabalho cardíaco passa a ser menor). Aumenta a resistência aos esforços físicos e ao estresse. Reduz doenças cardíacas (angina, infarto, arritmias, insuficiência etc). Aumenta a sobrevida até mesmo nas pessoas que já tiveram um infarto.Como funciona: Estimula uma melhor vascularização (aumento da irrigação de sangue para o próprio coração), o que garante melhor funcionamento do órgão. Reduz fatores de risco para artérias coronárias - como pressão arterial e colesterol.
Barriga:Facilita a perda de peso ou a manutenção do peso desejado.Combate a obesidade. Como funciona: Reduz a gordura e aumenta a massa muscular. O músculo é um tecido muito ativo, que ajuda no maior consumo de calorias ao longo do dia.
Pâncreas: Facilita o controle do diabetes. Como funciona: Diminui a resistência à ação da insulina ( hormônio que facilita a entrada de glicose nas células), favorecendo um melhor controle dos níveis de açúcar no sangue.
Pernas: Diminui edemas, varizes e o risco de trombose. Como funciona: Aumenta a pressão dos músculos sobre as veias das pernas. Funciona como uma espécie de bomba, que ajuda o sangue a vencer a força da gravidade e voltar mais facilmente para o coração. Vasos Sangüíneos:Reduz obstruções nas paredes dos vasos, diminuindo problemas como aterosclerose (placas de gordura), " derrames cerebrais" e infartos. Como funciona: Reduz as taxas de colesterol total e eleva o HDL (colesterol "bom"), que protege contra a formação de placas de gordura nas artérias. Combate a hipertensão, reduzindo os níveis de pressão arterial.
Músculos: Fortalece a massa muscular. Aumenta a flexibilidade.Como funciona:A atividade estimula o desenvolvimento das fibras musculares que compõem os diversos músculos do corpo.
Ossos: Reduz os riscos de osteoporose (enfraquecimento dos ossos) e fraturas na velhice. Como funciona:Estimula a proliferação dos chamados osteoblastos (células que contribuem para o crescimento do tecido ósseo).
Fonte: Understanding the Human Body - Robert K., Ph.D. Clark.
Quando estamos falando de iniciantes, temos de considerar inicialmente em que nível se encontra o condicionamento físico. Podemos estar falando tanto de um indivíduo que apenas caminha e deseja futuramente começar a correr, como também daquele que corre, mas sem velocidade e resistência suficientes para concluir, por exemplo, uma prova de 6 km. E, no entanto, ambos são iniciantes, embora um indivíduo se encontre em um patamar mais elevado que o outro.
Vamos nos concentrar naquela pessoa que está bem no “comecinho”, que está caminhando regularmente mas tem dificuldade em começar a correr. Deixo aqui bem claro que ela só está no começo se deseja praticar a corrida, pois para sua saúde ela já está dando uma excelente contribuição ao praticar a caminhada.
Quando esse indivíduo caminha, a atividade já não lhe impõe nenhum tipo de dificuldade. Pode até constituir um exercício fácil, mas, quando ele se propõe a correr, não consegue fazê-lo por muito tempo. Sendo assim, podemos dizer que para essa pessoa o caminhar é um exercício fácil e correr é um tanto difícil. Isto de fato ocorre, e de certa forma esse estágio faz parte do processo de treinamento. Podemos considerar esse período como a fase de transição entre a caminhada e a corrida.
Talvez seja esse o momento crucial para tornar o indivíduo um futuro corredor ou até mesmo para encerrar a "carreira" que nem começou, pois, caso ele tenha dificuldade neste momento, pode vir a desistir.
Quando caminhamos, nos movemos a uma velocidade que varia entre 5 e 6,5 km/h em média, e quando começamos a correr estamos em velocidade de 7,5 a 8,5 km/h pelo menos, com aumento da freqüência cardíaca como resultado da maior intensidade do exercício. É nesse momento que, para alguns praticantes, ocorre maior dificuldade em se manter correndo por um período mais longo, em virtude de uma elevação acentuada do batimento cardíaco, a ponto de o exercício se tornar anaeróbio (de curta duração, em virtude do surgimento de fadiga nos músculos e no sistema cardiovascular), ao invés de aeróbio (de maior duração e sem desconforto para o organismo).
Para que isto não ocorra é necessário evitar o aumento acentuado da freqüência cardíaca, simplesmente diminuindo o esforço assim que ele se mostra mais intenso, e recuperando-se na execução de uma caminhada. Ela nos permitirá diminuir os batimentos cardíacos para, em seguida, voltarmos a exigir do organismo. Como exemplo, podemos seguir o seguinte procedimento
: 1. Caminhar por aproximadamente 10 a 15 minutos.
2. Correr por 3 a 6 minutos.
3. Andar por 3 a 5 minutos (recuperando-se da fase de corrida).
4. Voltar a correr por 3 a 6 minutos.
5. Andar por 3 a 5 minutos (recuperando-se da fase de corrida).
6. E assim sucessivamente, até concluir de 30 a 45 minutos no total.
Sempre devemos acompanhar a sessão com alongamentos suaves, antes e depois da atividade.
Uma vez que o caminhante/corredor crie o seu próprio padrão de esforço - por exemplo, 5 minutos de corrida com 3 minutos de recuperação caminhando -, ele poderá, treinando regularmente (no mínimo 3 vezes por semana), ajustar a cada 15 dias a sua intensidade, pelo aumento da fase de corrida e manutenção ou diminuição da fase de caminhada. E, em breve, estará apenas correndo, passando então a caminhar apenas quando necessitar executar um treinamento leve, pois a caminhada deixará de produzir um efeito de treinamento para o condicionamento.
Fonte:
Bem Estar
É baseado nesses resultados que será estruturado o programa de exercício individualizado!
Isso porque a avaliação nada mais é que uma coleta de dados, que permitirá que seja traçado o perfil físico de cada pessoa. Ela detecta qual o nível de condicionamento e aptidão física, além de explicitar as características fisiológicas de cada um. Em linhas gerais, a avaliação mede as limitações e potencialidades das pessoas.
Mas não é apenas antes de começar a malhar que é preciso uma avaliação. É importante que esses testes sejam realizados periodicamente porque eles são capazes de comprovar os progressos conquistados na atividade física.
A primeira fase da avaliação física é chamada de anamnese, e consiste em relatar o seu histórico de saúde, como falar sobre problemas de saúde que já ocorreram, se já se submeteu a qualquer cirurgia ou se atualmente faz algum tratamento médico. Além disso, terá de relatar também seu histórico da prática de exercícios.
Então, é hora de contar se você já praticou atividades físicas regularmente, qual a modalidade a que você se dedicou e há quanto tempo está sem treinar.
Em seguida, é hora de submeter-se a alguns testes físicos. O teste de resistência é feito, geralmente, na esteira ou na bicicleta ergométrica. Enquanto você se exercita, será monitorado por equipamentos que medirão sua capacidade respiratória e cardíaca.
A avaliação física ainda distingue os percentuais de gordura, músculos e densidade óssea de seu corpo. Ao conhecer seu percentual de gordura - e determinar o percentual indicado para o seu biotipo - poderá ser medida a necessidade da perda de gordura ou não. Além disso, mostrará quais regiões do seu corpo precisam receber atenção especial.
A porcentagem muscular medirá seu peso muscular. Assim, será facilmente identificada qual a quantidade de massa muscular que você precisa ganhar. Por sua vez, a porcentagem óssea diz respeito ao peso de seus ossos (que podem ser leves, médios ou pesados). Essa informação é muito importante e tem de ser levada em conta no processo de acompanhamento do peso de seu corpo.
Os dados coletados na avaliação física permitirão que seu programa de exercícios seja seguro, exclusivo e, por isso mesmo, mais eficiente. Desta maneira, os resultados alcançados com a malhação tendem a ser melhores, proporcionando grande satisfação.
Fonte:
Bem Estar
Estudo revela que um tecido adiposo chamado de gordura marrom, que se acreditava estar presente somente em bebês, é relativamente comum em adultos, pelo menos nos magros
Ronald Kahn, fisiologista celular e molecular do Centro de Diabetis Joslin, em Boston, Massachusetts, e coautor do estudo observa que a descoberta se soma à crescente evidência de que “a gordura marrom ajuda as pessoas a emagrecer.”
Ao contrário da gordura branca, que armazena o excesso de calorias, a gordura marrom queima calorias para gerar calor – e os pesquisadores sabem, há muito, tempo que recém-nascidos humanos, filhotes e ratos adultos, camundongos e outros mamíferos usam essa gordura para mantê-los aquecidos. No entanto, acredita-se que a maior parte dela é eliminada depois da infância porque não ser mais necessária.
Kahn e colegas relataram no New England Journal of Medicine, de 9 de abril que mapearam o corpo de pacientes com tomografia por emissão de pósitrons e tomografia computadorizada e descobriram que 76 (7,5%) das 1.013 mulheres e 30 (3,1%) dos 959 homens com 18 anos ou mais apresentavam reservas de gordura marrom no pescoço.
Fonte:
Educação Física